Não seria precipitado dizer, é claro, que mais de 30 anos depois do lançamento do primeiro console caseiro, o que se teve foi uma inegável evolução. De uma bolinha que era rebatida com duas plataformas móveis (no celebrado PONG e suas muitas variantes), passamos a desafios um pouco mais complexos com a criação de Nolan Bushnell (Atari) e, finalmente, a vários jogos em que finalmente se podiam divisar formatos menos abstratos na tela, como corpos humanos representados por mais do que dois ou três quadrados.)
Hoje chegamos a um ponto em que se tornou corriqueiro o cotejo, altamente crítico, de engines (programas responsáveis pelo desempenho gráfico e físico dos jogos) capazes de gerar uma qualidade sequer sonhada há alguns anos. Simultaneamente, ocorria também o desenvolvimento das tramas, que se tornaram cada vez mais elaboradas, chegando hoje a se confundir com histórias de grandes produções cinematográficas.
Não obstante, essa constante e desesperada evolução — que foi certamente pautada pela acirrada competição entre alguns dos maiores gigantes da tecnologia — acabou deixando verdadeiras pérolas pelo caminho. Jogos e franquias que, mesmo para os padrões de hoje, podem ser extremamente divertidos, dado o seu caráter original, inusitado ou simplesmente bizarro.
Eis que surge então a pergunta do TecMundo Games de hoje: onde foram parar esses títulos que divertiram gerações de jogadores? Em que recôndito da linha do tempo se pode encontrar “hits” passados do naipe de Battletoads, Streets of Rage ou mesmo o inesquecível Rock n’ Roll Racing?
O que determina que algumas ótimas franquias acabem caindo em um inexorável ostracismo, enquanto outras (às vezes nem tão ótimas assim) conseguem vingar e atravessar décadas, sendo esperadas sempre como algo novo? É claro, dada a atual tendência mercadológica de valorizar tudo o que é antigo como “cult”, muitos sucessos remotos tem novamente despontado, normalmente em distribuições pelas redes online das plataformas hoje ativas.
Mas, porque esses jogos simplesmente não se tornaram franquias de longa duração? Desinteresse do mercado? Dos jogadores? Ou simplesmente a inevitável obliteração que acaba apanhando pelos calcanhares, mais cedo ou mais tarde, quase tudo o que vira moda? Obviamente, faz-se necessário pinçar do empoeirado baú da história aquilo que de fato tinha um evidente potencial, posto que muita porcaria também alcançou as prateleiras. Vamos a alguns exemplos.
Battletoads
De concorrentes das Tartarugas Ninja a celebridades da terceira geração
)
Entre todos os heróis antropomórficos surgidos dos disparatados conglomerados industriais que alimentavam a indústria de videogames no início dos anos 90 — que trouxe gatos, ratos, lagartixas, minhocas e, é claro, um ouriço —, os sapos Rash e Zitz certamente estiveram entre os mais populares. Surgidos inicialmente apenas para bater de frente com as igualmente bizarras Tartarugas Ninja, os Battletoads acabaram ganhando destaque em diversas plataformas, chegando mesmo a alcançar a quarta geração (Super Nintendo, Mega Drive, etc.).
Um dos fatores que acabaram tornando Battletoads notório foi a sua excruciante dificuldade. Mesmo com os chamados “Warp Zones” (locais secretos que levavam os jogadores várias fases à frente), o primeiro jogo, lançado inicialmente para o Nintendinho — ganhando posteriormente versões para Mega Drive, Game Gear, Amiga e Amiga CD32 —, era praticamente impossível de se fechar sem que se fizesse uso da famosa “manha de energia infinita” do jogo.
E isso era devido apenas em parte aos desafios do jogo, já que uma das maiores dificuldades era que, assim como vários jogos “old school”, cada vez que se “morria”, o jogo devolvia o seu sapo vários metros atrás. Enfim, dada a ótima recepção tanto por parte dos jogadores quanto da mídia especializada, é realmente de se perguntar: “Por que Battletoads não continuou?”. Quer dizer, não seria nada mal combater a “Dark Queen” em ambiente totalmente 3D, não?
Streets of Rage
Um dos aclamados pioneiros do “beat em’ up”
)
“O que uma vez foi uma feliz, pacífica, produtiva cidade, cheia de vida e atividade, caiu nas mãos de um sindicato do crime secreto. O líder do sindicato, de alguma forma, conseguiu manter a sua identidade em segredo. A organização rapidamente absorveu o comando da cidade (qualquer um pode ser comprado pelo preço certo). Eles têm até mesmo a polícia da metrópole no bolso. Pilhagem, violência gratuita e destruição em um nível extremo. Ninguém está a salvo andando nas ruas, de dia ou de noite...”.
Assim um dos maiores pioneiros da pancadaria em 2D dava o seu tom. Três policiais-heróis, Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fielding resolveram abdicar das suas carreiras em prol do bem comum. Quer dizer, além do bem comum, o que eles garantiram foi um dos primeiros jogos a trazer uma genuína e envolvente diversão multiplayer.
Tudo bem, hoje alguém poderia dizer: “qual é a real diversão de socar inimigos e mais inimigos em longas fases lineares?”. Entretanto, lembre-se que nós estamos falando aqui de um tempo em que a maioria dos jogos apenas oferecia opção para dois jogadores alternadamente (vários jogos do Mario, por exemplo). Streets of Rage trazia ainda a aclamada trilha sonora Yuzo Koshiro para embalar os heróis enquanto estes faziam todo o possível para expurgar o mal do Sindicado.
Streets of Rage ganharia ainda na época duas sequências e versões para Game Gear e Master System. Em 2007 o jogo foi disponibilizado para Wii via Virtual Console. Enfim, um jogo que sem dúvida poderia ter acompanhado a evolução tecnológica.
Rock n’ Roll Racing
“Let the carnage begin!”
)
Velocidade e destruição embaladas por alguns dos maiores clássicos do rock n’ roll e do heavy metal. O que poderia ser mais chamativo? Lançado em 1993 pela empresa que mais tarde seria conhecida como Blizzard (na época Silicon & Sinapse), Rock n’ Roll Racing colocava em uma pista com perspectiva isométrica diversos carros contendo todo tipo de arma de destruição em larga escala.
A bordo das portentosas máquinas, figuras emblemáticas como Snake Sanders, Tarquinn, Jake Badlands e Katarina Lyons viajavam através de vários planetas a fim de se digladiarem em arenas das mais traiçoeiras; isso ao som de “Paranoid” (Black Sabbath), “Highway Star” (Deep Purple), entre outras pedreiras do rock pesado, completando a fórmula que garantiria ao jogo o título de “Melhor Jogo de Corrida de 1993” da revista EGM.
Rock n’ Roll Racing ganharia mais tarde uma sequência para PS2 (Rock n’ Roll Racing 2: Red Asphalt), que, entretanto, acabaria não ganhando muito destaque. Parodiando um pouco a vociferação do locutor no início das corridas: “Let the carnage continue!”.
Road Rash
Queimando o asfalto e distribuindo pancadas
)
Embora a visão de Road Rash lembre muito o estilo do primeiros jogos de corrida surgidos para a terceira gerção, logo após os primeiros contatos com o jogo já é possível ter a certeza de que se trata de algo diametralmente oposto.
Tudo bem, subir no pódio ainda é uma necessidade, caso você queira avançar através das fases. Entretanto, o ponto alto do jogo está mesmo em como conseguir fazer isso; basicamente, tudo é válido. Quer ultrapassar alguém, mas a sua moto parece não conseguir? Bem, a moto do oponente provavelmente não tem piloto automático. Que tal, então, derrubá-lo da moto com uma corrente, um porrete ou mesmo chute bem dado?
Road Rash ainda trazia algumas animações verdadeiramente hilárias, apresentadas quando o jogador vencia, perdia ou mesmo era preso pela polícia — que, é claro, também poderia ser um alvo do arsenal dos pilotos. A franquia ganhou diversos títulos entre 1991 e 2004, desembarcando em várias plataformas, como Mega Drive, PC, Sega Saturn e Game Boy Advance. Dado o caráter único e ironicamente imoral, Road Rash poderia facilmente figurar entre as franquias que deveriam renascer.
Conker’s Bad Fur Day
O esquilo bêbado que conquistou o Nintendo 64
À primeira vista, o visual cartunesco de Conker’s Bad Fur Day pode dar a falsa idéia de que se trata de um daqueles joguinhos meio insossos baseados em criaturas com uma moral a toda prova — enfim, do tipo que a Disney sempre distribuiu às dezenas. Entretanto, basta conferir a abertura estilo “Laranja Mecânica” para perceber que o buraco é bem mais embaixo. Trata-se, resumidamente, de um esquilo alcoólatra e boêmio que, eventualmente, acaba por dominar o mundo.
Conker’s Bad Fur Day foi inicialmente lançado para o Nintendo 64 pela Rare, tornando-se um verdadeiro marco do console — que realmente não contou com muito pontos altos fora do estreito círculo de ícones da Nintendo. O jogo ganharia então em 2005 um “remake” para Xbox. Por conter elementos como humor escatológico, violência gratuita e temas sexuais, Conker se destinava apenas ao público adulto.
Embora alguns rumores sejam veiculados internet a fora, até o momento nada de oficial foi dito sobre uma possível continuação para as aventuras do esquilo politicamente incorreto da Rare.
Desinteresse do público? Ou da indústria?
)
Enfim, desinteresses ou mesmo incapacidades das “softhouses” à parte, existe um sem número de títulos que certamente mereciam ser relançados, aproveitando agora todas as novas possibilidades das plataformas atuais. Bem, como diz o conhecido refrão popular: “a voz do povo é a voz de Deus”. E, bem, quem sabe se a atual tendência retrô não pode mesmo acabar exumando alguns sucessos inegáveis do passado? Os rumores, é claro, nunca param.
Assim sendo, é de se esperar que o reiterado interesse da comunidade de jogadores pudesse fazer dobrar os corações empedernidos de vários colossos da indústria de jogos — quer dizer, novamente, quem sabe? É claro, seria de todo impossível citar em uma única matéria todos os inspirados títulos que marcaram diversas gerações de jogadores e videogames.
Assim sendo, o TecMundo Games deixa uma última pergunta: que jogo você gostaria de ver sendo içado do poeirento baú da história dos videogames?
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Hoje chegamos a um ponto em que se tornou corriqueiro o cotejo, altamente crítico, de engines (programas responsáveis pelo desempenho gráfico e físico dos jogos) capazes de gerar uma qualidade sequer sonhada há alguns anos. Simultaneamente, ocorria também o desenvolvimento das tramas, que se tornaram cada vez mais elaboradas, chegando hoje a se confundir com histórias de grandes produções cinematográficas.
Não obstante, essa constante e desesperada evolução — que foi certamente pautada pela acirrada competição entre alguns dos maiores gigantes da tecnologia — acabou deixando verdadeiras pérolas pelo caminho. Jogos e franquias que, mesmo para os padrões de hoje, podem ser extremamente divertidos, dado o seu caráter original, inusitado ou simplesmente bizarro.
Eis que surge então a pergunta do TecMundo Games de hoje: onde foram parar esses títulos que divertiram gerações de jogadores? Em que recôndito da linha do tempo se pode encontrar “hits” passados do naipe de Battletoads, Streets of Rage ou mesmo o inesquecível Rock n’ Roll Racing?
O que determina que algumas ótimas franquias acabem caindo em um inexorável ostracismo, enquanto outras (às vezes nem tão ótimas assim) conseguem vingar e atravessar décadas, sendo esperadas sempre como algo novo? É claro, dada a atual tendência mercadológica de valorizar tudo o que é antigo como “cult”, muitos sucessos remotos tem novamente despontado, normalmente em distribuições pelas redes online das plataformas hoje ativas.
Mas, porque esses jogos simplesmente não se tornaram franquias de longa duração? Desinteresse do mercado? Dos jogadores? Ou simplesmente a inevitável obliteração que acaba apanhando pelos calcanhares, mais cedo ou mais tarde, quase tudo o que vira moda? Obviamente, faz-se necessário pinçar do empoeirado baú da história aquilo que de fato tinha um evidente potencial, posto que muita porcaria também alcançou as prateleiras. Vamos a alguns exemplos.
Battletoads
De concorrentes das Tartarugas Ninja a celebridades da terceira geração
)
Entre todos os heróis antropomórficos surgidos dos disparatados conglomerados industriais que alimentavam a indústria de videogames no início dos anos 90 — que trouxe gatos, ratos, lagartixas, minhocas e, é claro, um ouriço —, os sapos Rash e Zitz certamente estiveram entre os mais populares. Surgidos inicialmente apenas para bater de frente com as igualmente bizarras Tartarugas Ninja, os Battletoads acabaram ganhando destaque em diversas plataformas, chegando mesmo a alcançar a quarta geração (Super Nintendo, Mega Drive, etc.).
Um dos fatores que acabaram tornando Battletoads notório foi a sua excruciante dificuldade. Mesmo com os chamados “Warp Zones” (locais secretos que levavam os jogadores várias fases à frente), o primeiro jogo, lançado inicialmente para o Nintendinho — ganhando posteriormente versões para Mega Drive, Game Gear, Amiga e Amiga CD32 —, era praticamente impossível de se fechar sem que se fizesse uso da famosa “manha de energia infinita” do jogo.
E isso era devido apenas em parte aos desafios do jogo, já que uma das maiores dificuldades era que, assim como vários jogos “old school”, cada vez que se “morria”, o jogo devolvia o seu sapo vários metros atrás. Enfim, dada a ótima recepção tanto por parte dos jogadores quanto da mídia especializada, é realmente de se perguntar: “Por que Battletoads não continuou?”. Quer dizer, não seria nada mal combater a “Dark Queen” em ambiente totalmente 3D, não?
Streets of Rage
Um dos aclamados pioneiros do “beat em’ up”
)
“O que uma vez foi uma feliz, pacífica, produtiva cidade, cheia de vida e atividade, caiu nas mãos de um sindicato do crime secreto. O líder do sindicato, de alguma forma, conseguiu manter a sua identidade em segredo. A organização rapidamente absorveu o comando da cidade (qualquer um pode ser comprado pelo preço certo). Eles têm até mesmo a polícia da metrópole no bolso. Pilhagem, violência gratuita e destruição em um nível extremo. Ninguém está a salvo andando nas ruas, de dia ou de noite...”.
Assim um dos maiores pioneiros da pancadaria em 2D dava o seu tom. Três policiais-heróis, Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fielding resolveram abdicar das suas carreiras em prol do bem comum. Quer dizer, além do bem comum, o que eles garantiram foi um dos primeiros jogos a trazer uma genuína e envolvente diversão multiplayer.
Tudo bem, hoje alguém poderia dizer: “qual é a real diversão de socar inimigos e mais inimigos em longas fases lineares?”. Entretanto, lembre-se que nós estamos falando aqui de um tempo em que a maioria dos jogos apenas oferecia opção para dois jogadores alternadamente (vários jogos do Mario, por exemplo). Streets of Rage trazia ainda a aclamada trilha sonora Yuzo Koshiro para embalar os heróis enquanto estes faziam todo o possível para expurgar o mal do Sindicado.
Streets of Rage ganharia ainda na época duas sequências e versões para Game Gear e Master System. Em 2007 o jogo foi disponibilizado para Wii via Virtual Console. Enfim, um jogo que sem dúvida poderia ter acompanhado a evolução tecnológica.
Rock n’ Roll Racing
“Let the carnage begin!”
)
Velocidade e destruição embaladas por alguns dos maiores clássicos do rock n’ roll e do heavy metal. O que poderia ser mais chamativo? Lançado em 1993 pela empresa que mais tarde seria conhecida como Blizzard (na época Silicon & Sinapse), Rock n’ Roll Racing colocava em uma pista com perspectiva isométrica diversos carros contendo todo tipo de arma de destruição em larga escala.
A bordo das portentosas máquinas, figuras emblemáticas como Snake Sanders, Tarquinn, Jake Badlands e Katarina Lyons viajavam através de vários planetas a fim de se digladiarem em arenas das mais traiçoeiras; isso ao som de “Paranoid” (Black Sabbath), “Highway Star” (Deep Purple), entre outras pedreiras do rock pesado, completando a fórmula que garantiria ao jogo o título de “Melhor Jogo de Corrida de 1993” da revista EGM.
Rock n’ Roll Racing ganharia mais tarde uma sequência para PS2 (Rock n’ Roll Racing 2: Red Asphalt), que, entretanto, acabaria não ganhando muito destaque. Parodiando um pouco a vociferação do locutor no início das corridas: “Let the carnage continue!”.
Road Rash
Queimando o asfalto e distribuindo pancadas
)
Embora a visão de Road Rash lembre muito o estilo do primeiros jogos de corrida surgidos para a terceira gerção, logo após os primeiros contatos com o jogo já é possível ter a certeza de que se trata de algo diametralmente oposto.
Tudo bem, subir no pódio ainda é uma necessidade, caso você queira avançar através das fases. Entretanto, o ponto alto do jogo está mesmo em como conseguir fazer isso; basicamente, tudo é válido. Quer ultrapassar alguém, mas a sua moto parece não conseguir? Bem, a moto do oponente provavelmente não tem piloto automático. Que tal, então, derrubá-lo da moto com uma corrente, um porrete ou mesmo chute bem dado?
Road Rash ainda trazia algumas animações verdadeiramente hilárias, apresentadas quando o jogador vencia, perdia ou mesmo era preso pela polícia — que, é claro, também poderia ser um alvo do arsenal dos pilotos. A franquia ganhou diversos títulos entre 1991 e 2004, desembarcando em várias plataformas, como Mega Drive, PC, Sega Saturn e Game Boy Advance. Dado o caráter único e ironicamente imoral, Road Rash poderia facilmente figurar entre as franquias que deveriam renascer.
Conker’s Bad Fur Day
O esquilo bêbado que conquistou o Nintendo 64
À primeira vista, o visual cartunesco de Conker’s Bad Fur Day pode dar a falsa idéia de que se trata de um daqueles joguinhos meio insossos baseados em criaturas com uma moral a toda prova — enfim, do tipo que a Disney sempre distribuiu às dezenas. Entretanto, basta conferir a abertura estilo “Laranja Mecânica” para perceber que o buraco é bem mais embaixo. Trata-se, resumidamente, de um esquilo alcoólatra e boêmio que, eventualmente, acaba por dominar o mundo.
Conker’s Bad Fur Day foi inicialmente lançado para o Nintendo 64 pela Rare, tornando-se um verdadeiro marco do console — que realmente não contou com muito pontos altos fora do estreito círculo de ícones da Nintendo. O jogo ganharia então em 2005 um “remake” para Xbox. Por conter elementos como humor escatológico, violência gratuita e temas sexuais, Conker se destinava apenas ao público adulto.
Embora alguns rumores sejam veiculados internet a fora, até o momento nada de oficial foi dito sobre uma possível continuação para as aventuras do esquilo politicamente incorreto da Rare.
Desinteresse do público? Ou da indústria?
)
Enfim, desinteresses ou mesmo incapacidades das “softhouses” à parte, existe um sem número de títulos que certamente mereciam ser relançados, aproveitando agora todas as novas possibilidades das plataformas atuais. Bem, como diz o conhecido refrão popular: “a voz do povo é a voz de Deus”. E, bem, quem sabe se a atual tendência retrô não pode mesmo acabar exumando alguns sucessos inegáveis do passado? Os rumores, é claro, nunca param.
Assim sendo, é de se esperar que o reiterado interesse da comunidade de jogadores pudesse fazer dobrar os corações empedernidos de vários colossos da indústria de jogos — quer dizer, novamente, quem sabe? É claro, seria de todo impossível citar em uma única matéria todos os inspirados títulos que marcaram diversas gerações de jogadores e videogames.
Assim sendo, o TecMundo Games deixa uma última pergunta: que jogo você gostaria de ver sendo içado do poeirento baú da história dos videogames?
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