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Code Violet, exclusivo de PS5 no estilo Dino Crisis, já é um dos piores jogos de 2026

O ano mal começou e já temos um dos candidatos a piores jogos de 2026: Code Violet, um survival horror inspirado em Dino Crisis que está sendo massacrado pela crítica! Saiba o por quê

Avatar do(a) autor(a): Valdecir Emboava

schedule13/01/2026, às 18:15

updateAtualizado em 13/01/2026, às 18:18

2026 mal começou e já tem um forte candidato ao título de pior jogo do ano: Code Violet, exclusivo de PS5 lançado pela TeamKill Media. Inspirado em clássicos como Dino Crisis, o título chegou ao mercado cercado por expectativas, mas rapidamente passou a ser associado a uma recepção negativa, figurando entre os exclusivos de pior avaliação da PS Store até o momento.

O jogo é o primeiro grande exclusivo do PS5 a estrear em 2026 e acabou se tornando um ponto fora da curva em um calendário que inclui produções aguardadas como Marvel’s Wolverine e Phantom Blade Zero. Mesmo com proposta de survival horror e ação em terceira pessoa, Code Violet teve dificuldades para convencer a crítica especializada desde o lançamento.

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Ambientado em um futuro distópico, o título coloca o jogador no controle de Violet Sinclair, uma viajante do tempo que desperta em um complexo de bioengenharia tomado por dinossauros e forças hostis. 

A proposta remete diretamente ao legado de Dino Crisis, mas, segundo as primeiras reviews, o resultado final não conseguiu traduzir esse conceito em uma experiência consistente.

Mais detalhes sobre Code Violet

Em Code Violet, a história se passa no século XXV, quando a Terra se tornou inabitável após um cataclismo global, forçando a humanidade a se refugiar no planeta Trappist 1-E. Para evitar a extinção, a colônia Aion passa a usar tecnologia de viagem no tempo para sequestrar mulheres do passado e utilizá-las como parte de um programa de reprodução artificial.

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A protagonista Violet Sinclair é uma dessas pessoas arrancadas de sua época e acorda no Complexo de Bioengenharia Aion, local que abriga dinossauros pré-históricos e estruturas futuristas. A narrativa gira em torno de uma conspiração ligada a esse sistema de viagens no tempo e ao verdadeiro propósito do projeto da colônia.

No gameplay, o jogo aposta em terror de sobrevivência em terceira pessoa, com foco em gerenciamento de inventário, resolução de quebra-cabeças e combates contra criaturas pré-históricas. 

A TeamKill Media descreve a experiência como uma mistura de ação intensa e exploração, com recursos limitados que exigem decisões estratégicas do jogador.

O estúdio também destaca o uso de ray tracing, áudio 3D e gatilhos adaptáveis do DualSense, além de ambientes construídos na Unreal Engine com iluminação dinâmica e efeitos de sombra e reflexo para reforçar a atmosfera do complexo e das áreas externas.

Code Violet está sendo massacrado no Metacritic

Apesar da proposta ambiciosa, Code Violet estreou com uma recepção crítica bastante negativa. No Metacritic, o jogo acumula atualmente 38 pontos de média, com base em oito análises da imprensa especializada — o que já o coloca entre os títulos de pior desempenho do PS5 em 2026.

A IGN, que deu nota 40 ao jogo, afirmou que Code Violet é “um jogo ruim”, citando “ficção científica descaradamente clichê”, além de “texturas borradas” e “inúmeros bugs que impedem o progresso”. Segundo o veículo, esses problemas afetam diretamente o ritmo e o equilíbrio da experiência.

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Já o Push Square também atribuiu nota 40 e classificou o título como “uma bagunça”, apontando “combate ruim, exploração tediosa e problemas técnicos”. O site ainda destacou que a direção de câmera e os figurinos “parecem destoar da personagem Violet e do tom da narrativa”.

O COGconnected, que deu nota 55, a maior do Metacritic, avaliou que o jogo “fica aquém de suas inspirações” e que, embora tenha alguns bons momentos visuais, “falha em criar inimigos realmente ameaçadores”, além de sofrer com bugs que quebram a imersão.

A recepção negativa não se limita à imprensa. Na PlayStation Store, Code Violet aparece com média de três estrelas, com 46% das avaliações dos usuários sendo de uma ou duas estrelas, indicando que o público também encontrou problemas semelhantes aos citados pelos críticos.

Estúdio rebateu as críticas nas redes sociais

Diante das avaliações baixas, a TeamKill Media se pronunciou nas redes sociais para responder às análises da crítica. Em uma publicação no X (antigo Twitter), o estúdio declarou: “Nós fazemos jogos para nossos fãs e jogadores que realmente gastam o dinheiro que ganharam com tanto esforço em nossos jogos e nos apoiam, não para os críticos”.

Na mesma mensagem, a desenvolvedora afirmou que o jogo estaria sendo bem recebido por seu público: “Os fãs nos tornaram o número um e estão se divertindo com nossa jogabilidade ‘datada’ à moda antiga. Vocês fizeram de Code Violet o nosso maior sucesso até hoje”.

A TeamKill também agradeceu o apoio recebido antes do lançamento completo do jogo, dizendo que “não temos palavras para agradecer a todos vocês”, em referência aos jogadores que teriam apoiado o projeto desde o início, mesmo diante das críticas da mídia especializada.

Apesar da resposta do estúdio, os dados de avaliações públicas e da crítica seguem apontando para uma recepção amplamente desfavorável ao exclusivo de PS5.

E você, já jogou Code Violet? Conte para o Voxel nas nossas redes sociais o que achou da experiência e se o jogo realmente entrega (ou não) o survival horror que prometia!

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