Rainbow Six Extraction é bom, mas falta variedade [preview]

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Entramos em 2022 e foi dada a largada de lançamentos, já temos grandes jogos chegando neste mês e um deles é Tom Clancy’s Rainbow Six Extraction, uma leitura diferente do mundo de Rainbow Six Siege – isso porque os operadores que conhecemos do FPS PvP estarão em Extraction, só que de uma maneira bem diferente.

Fomos convidados pela Ubisoft para jogar um bom tempo de Extraction e, se você não sabe do que raios se trata o game, vamos para uma rápida explicação:

Rainbow Six Extraction é um FPS PvE, ou seja, não enfrentamos outros jogadores. A grande diferença dele para o Siege é que nos unimos a outros jogadores para um bem comum: salvar a humanidade descendo bala em monstros horrorosos. O game conta com 18 operadores que se uniram a REACT, uma organização liderada por Mira, Ash e Thermite para enfrentar uma terrível ameaça alienígena.

Unidos por uma boa causa

Para começar a jogatina em Extraction, o jogador deve juntar forças em um esquadrão de até três pessoas – isso não será difícil levando em consideração que o game contará com cross-play e cross-save entre plataformas, além de chegar no lançamento no Game Pass. A partir daí, basta escolher um dos 12 mapas contaminados pelo Lastro, que é a raça inimiga do jogo, e cumprir as missões que o jogo oferece. Essas 12 localidades estão divididas entre 4 cenários: Nova York, São Francisco, Alasca e um último chamado “Verdade ou Consequências” cada um deles com três zonas diferentes.

Antes de começar cada incursão, escolhemos nossos operadores e também damos aquela boa personalizada nos equipamentos. O ideal é que cada jogador escolha ferramentas diferentes para conseguirem explorar ao máximo os cenários sem problemas, dependendo do tipo de missão que é designada.

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As partidas têm três atos. A cada missão cumprida dentro do cenário você tem a opção de atravessar uma porta especial para continuar ou chamar a equipe de extração e carcar fora dali. A cada ato as missões ficam mais complicadas, mas é claro que as recompensas são maiores também.

Terminando as missões ou fugindo como um bebezão, você ganha experiência para melhorar aquele operador que você utilizou, além de melhorar também o nível de “marco” que serve para liberar novas tecnologias.

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Além disso, existe uma questão importante:  vamos supor que você usou o operador Lion em uma missão, se ele for gravemente ferido, você não poderá utilizá-lo na próxima. Caso ele perca parte do HP, é melhor deixá-lo descansar por algumas rodadas, senão o cidadão vai com menos vida para a próxima missão. Traduzindo: Reveze seus operadores.

Tem outro caroço nesse angu: caso seu operador seja capturado em uma missão, será necessário trazê-lo de volta. Para isso, você tem que entrar em uma nova partida no mesmo cenário, dessa forma, uma das missões será resgatar seu operador perdido. Obviamente não preciso nem falar que enquanto seu operador não for recuperado, você não poderá usá-lo, certo?

Mas melhor do que falar é mostrar, então confira no vídeo abaixo uma partida completa que jogamos durante o evento da Ubisoft, tivemos o prazer de ter no esquadrão dois caras sensacionais que talvez vocês conheçam: Lucky Salamander e MaxMRM. Após o gameplay, damos um breve pitaco sobre o que achamos do game até agora, então assistam tudo hein!

Vídeo: