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Valiant Saga é o jogo metroidvania brasileiro que vale a pena ficar de olho

Criado pela Pixhitt, composta por apenas dois desenvolvedores brasileiros, Valiant Saga promete ser um ótimo metroidvania

schedule09/08/2017, às 13:36

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Você já ouviu falar de Valiant Saga? Sabe aquelas gemas escondidas que pouca gente fala a respeito? Esse é outro game brasileiro que se enquadra nesse cenário e que vale bastante a pena ficar de olho.

Valiant Saga é um metroidvania de peso que parece estar sendo desenvolvido com bastante capricho. O jogo é altamente inspirado em games da velha guarda e trará mecânicas retrô em um belo visual pixel art. A Pixhitt comenta que as maiores inspirações para o game foram Castlevania: Rondo of Blood (conhecido no Ocidente como Dracula X no SNES ou Dracula X Chronicles no PSP), Dungeons & Dragons e até mesmo The Legend of Zelda. Confira abaixo um pouco do gameplay:

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Como você pode ver, há bastante inspirações da série da Konami. A arte do jogo está muito bem-feita em 16 bits e, em alguns momentos, até traz diversos detalhes no plano de fundo ou em camadas que estão na frente do jogador (você pode observar isso em 2:34 do vídeo). De acordo com a Pixhitt, Valiant Saga deve ter 8 estágios e 2 vilas, cada uma delas com chefões, inimigos diferentes e novas áreas, similar a Shovel Knight.

Resgatando o espírito retrô com muito Power Metal

O jogo terá um modelo clássico de jogabilidade, com três vidas por tela. Caso você morra, voltará para o mapa do mundo do game e terá que recomeçar o nível. Apesar de a personagem ter habilidades especiais, a ideia é manter o game simples e com apenas alguns botões para serem apertados, iguais aos clássicos dos anos 80 e 90.

Apesar de usar como alicerce uma jogabilidade mais antiga, há toques de modernidade que só conhecemos mais para frente na história dos jogos, como os itens e inventários de Castlevania: Symphony of the Night, missões secundárias de modelos mais recentes, cutscenes e até mesmo conquistas na Steam.

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Além disso, a história deve ser outro ponto que vai resgatar parte do clima retrô, pois trará aquela narrativa maniqueísta que adoramos: um feiticeiro malígno roubou um artefato poderoso que, de acordo com as lendas, é capaz de conceder forças da escuridão para quem o tiver em mãos.

A trilha sonora será composta de diversas faixas originais de Power Metal, tudo à la Angra ou Rhapsody of Fire

Por último, a Pixhitt também diz que as músicas do jogo serão baseadas em bandas de Power Metal, como Angra e Rhapsody of Fire, e será completamente original. Nando Bastos, o designer do game, comentou com a gente que eles já estão com uma banda para produzir esse conteúdo e o resultado está ficando bem legal.

Sem dúvidas, um projeto bem ambicioso, ainda mais quando lembramos que ele é feito por apenas por duas pessoas.

Dificuldades de desenvolvimento no Brasil

Apesar de ser um mercado que ainda está engatinhando, o cenário brasileiro para desenvolvimento de jogos está cada vez mais maduro. Algumas desenvolvedoras, como a Behold, já estão conquistando seu lugar ao sol, enquanto muitas outras ainda estão na luta diária de um desenvolvedor indie.

Valiant Saga está em desenvolvimento desde 2015 e deve ganhar uma demonstração ainda neste ano

Valiant Saga é desenvolvido pela Pixhitt, que é composta por apenas dois desenvolvedores do Rio de Janeiro. De acordo com Nando Bastos, a produção do game está em andamento desde 2015 e é muito difícil conciliar a criação do jogo com a vida pessoal, pois é algo que demanda bastante tempo e dedicação.

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O jogo ainda não tem data de lançamento, mas o designer comentou com o TecMundo Games que está planejando uma demonstração em breve para o PC, que provavelmente deve chegar em outubro. Além disso, a equipe diz que planeja colocar Valiant Saga no modelo de financiamento coletivo, como o Kickstarter. Portanto, fique de olho! O que você achou do game brasileiro? Promissor, não? Se você quiser acompanhar mais o trabalho da Pixhitt, pode acompanhá-los no canal do YouTube, no Twitter ou na página do Facebook.

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