Mike Ybarra, vice-presidente corporativo da plataforma de games Windows e Xbox na Microsoft, opinou, em entrevista ao Eurogamer britânico, que o propósito do Xbox One X é outro e que o console não precisa de exclusivos no lançamento. Na visão do executivo, o desempenho, aliado a funções como retrocompatilidade e outras, é o foco do aparelho.
"Não sinto que temos de apresentar seis novos jogos para o X, pois ele vai rodar tudo que já foi lançado, tem a retrocompatibilidade e outros elementos. (...) Não sei se ainda estamos num mundo que requer grandes exclusivos num console em vez de comprar os [jogos] que funcionam melhor no [Xbox One] X. É o usuário que escolhe. Para nós, é essa escolha que vale, em vez de segurar um exclusivo e lançá-lo junto com o console", ponderou.
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O jogador exigente é o principal perfil do público-alvo para o qual a Microsoft está mirando com o Xbox One X. O leque de jogos, incluindo exclusivos no lançamento – como é o caso do popular PlayerUnknown's Battlegrounds –, será somado às outras funções multimídia que a família Xbox tradicionalmente apresenta.
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