Iniciada em 2017, a discussão sobre a validade do uso de caixas de loot em jogos eletrônicos acaba de ganhar um novo capítulo. Maggie Hassan, senadora democrata de New Hampshire, quer que a ESRB (entidade que classifica games nos Estados Unidos) reveja sua posição sobre caixas de loot e passe a exibir avisos sobre a presença delas nos títulos comercializados no país.
Segundo a senadora, a entidade tem que acompanhar a evolução dos video games e “trabalhar para ficar no mesmo ritmo de novas tendências de games, incluindo microtransações e táticas de jogo predatórias, particularmente quando elas são oferecidas a menores de idade”.
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Hassan, que já foi governadora de New Hampshire, afirma que as caixas de loot despertam “diversas preocupações” e que elas usam os mesmos princípios psicológicos que vemos em ação em cassinos e jogos de azar. “O potencial para danos é real”, afirmou ela em uma mensagem divulgada pelo site Glixel.
“Enquanto há um debate robusto sobre se caixas de loot devem ser consideradas jogos de azar, o fato é que ambos são hábitos caros e usam princípios psicológicos similares sugerem que caixas de loot devem ser tratadas com escrutínio extra”, afirmou. “No mínimo, o sistema de classificação deve denotar quando as caixas de loot são usadas nas cópias físicas de jogos eletrônicos”.
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A senadora afirma que a ESRB deve identificar quando um jogo possui mecanismos do tipo e deve investigar se empresas estão agindo de forma ética e transparente na hora de oferecer conteúdos em jogos voltados a crianças. Além disso, ela pede que a entidade realize pesquisas que mostram como games usam caixas de loot, o quão comum elas são e formule um “manual de boas práticas” para que desenvolvedores tornem o mecanismo menos essencial em suas produções.
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