Não há “forma certa” de jogar Super Smash Bros. Ultimate, afirma diretor

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Na mais recente edição de sua coluna na revista Famitsu, o diretor de Super Smash Bros. Ultimate, Masahiro Sakurai, discutiu um pouco sobre o game que chegou há pouco ao Switch. Segundo ele, não há uma “maneira correta” de jogar o título — ao mesmo tempo em que ele reconhece a importância da cena de eSports, também afirma que muito foi feito para quem joga de maneira mais casual.

Super Smash Bros. Ultimate

Sakurai afirma que, embora tenha aceitado a maneira como a série é jogada competitivamente, a filosofia da Nintendo ainda não é muito focada nisso. Em uma entrevista concedida ao The Guardian em agosto deste ano, o diretor afirmou que acredita que, se os jogadores profissionais usassem mais arenas e itens, isso poderia resultar em uma maior variedade de gameplay.

Além de Nintendo All-Stars

Na coluna, ele também afirmou que a criação de Super Smash Bros. Ultimate começou após a chegada de Corrin e Bayonetta ao game anterior. Inicialmente ele pensou em trazer características diferentes a quem jogava no dock ou de forma portátil, mas a tela criada pela Nintendo para o Switch era tão boa que ele não viu razões para criar diferenciações.

Masahiro Sakurai

Sakurai também afirmou que Incineroar era o único personagem que não havia sido decidido já no início do desenvolvimento, embora houvesse uma vaga para uma criatura de Pokémon Sun & Moon. Ele também esclareceu que World of Light foi inspirado nos labirintos de Subspace Emissary e que a série já evoluiu além da proposta de ser um “Nintendo All-Stars”, sendo definida principalmente pelo seu gameplay que vai além do 1v1 tradicional.

Não há “forma certa” de jogar Super Smash Bros. Ultimate, afirma diretor