Confira alguns dos melhores jogos subestimados da década

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Há uma série de motivos que levam um jogo a ser subestimado, seja a saturação do mercado no gênero em específico, o tempo ruim da indústria ou os tropeços dos desenvolvedores e empresas idealizadoras dos projetos. Em outros casos, eles são deixados de lado por pecarem em um ponto, mesmo que tenham excelentes qualidades nos demais aspectos.

A seguir, listamos alguns dos jogos mais subestimados da última década. Dentre eles, vamos encontrar aqueles que tiveram vendas ruins, críticas e problemas, os que dividiram opiniões ou são estranhos e os que tiveram feedbacks negativos. Mas seja qual for a razão para terem sido deixados de lado, também há os motivos pelos quais vale a pena dar uma olhada neles. Confira!

The Evil Within 2 (2017)

O jogo original recebeu uma enxurrada de elogios, mas essa sequência não se saiu tão bem assim. Porém, não é que o game seja ruim, é apenas mais um subestimado. O primeiro ponto é que o original conquistou uma sólida base de fãs, então, não é nada surpreende que a nova versão não recebesse tanta atenção.

(Fonte: Steampowered/ Divulgação)

The Evil Within 2 não é tão emocionante quanto o primeiro, porém, o jogo de terror na terceira pessoa cresce de maneira excelente e continua a história de maneira incrível, sendo um dos melhores em termos de terror da década.

Call Of Duty: Infinite Warfare (2016)

Pode parecer algo estranho colocar um game de Call Of Duty em uma lista de jogos subestimados até porque estamos falando sobre uma das maiores franquias da história. Entretanto, Call Of Duty: Infinite Warfare realmente não conseguiu obter a mesma estima e o nível de entusiasmo dos demais jogos da série.

(Fonte: Call of Duty/ Divulgação)

Um dos pontos considerados como motivo para o desapreço é o fato de que o game foi ambientado no futuro. Mas se a pessoa sentar e jogar, vai perceber que estava perdendo um ótimo jogo. A história é interessante e ainda tem zumbis e modo de mapas online que deixam as coisas mais legais.

MAG (2010)

(Fonte: Playstation/Divulgação)

MAG é a sigla para Massive Action Game. Superficialmente, temos um game de tiro em primeira pessoa para vários jogadores. O que coloca esse jogo entre um dos mais subestimados da última década foi a sua própria ambição para a época, especialmente por se tratar de um game do gênero.

Para se ter uma ideia, as partidas podiam envolver 256 jogadores, todos batalhando em mapas de tamanhos consideráveis e com os mais diversos designs. Posteriormente, PlanetSide 2 acabou roubando seu título. Foi uma conquista técnica da qual o PS3 podia se orgulhar.

Wolfenstein: The New Order (2014)

Mais um ótimo jogo que foi subestimado na década. Apesar de já contar com seis anos desde seu lançamento, Wolfenstein: The New Order se mantém atrativo até hoje. Isso porque a New Order resolveu desenvolver o game com um toque meio retrô, o que permitiu que ele ficasse atemporal.

(Fonte: Playstation/Divulgação)

Ele fornece uma narrativa diferente daquela que estamos acostumados quando o assunto são videogames ligados a temas de guerras. Além disso, temos um protagonista brilhante, toneladas de armas e um desenrolar que consegue prender as pessoas.

Dragon Age 2 (2011)

(Fonte: Origin/Divulgação)

Mesmo não sendo tão grande quanto os outros games e sendo afetado por não ter sido planejado para ser uma sequência completa, Dragon Age 2 merece seu lugarzinho de destaque. Apesar da repetitividade da ação e à falta de variedade de inimigos, o combate proporcionado pelo jogo é o ponto que merece destaque.

Spec-Ops: The Line (2012)

Subestimado, mas com certeza é um jogo que faz parte dos “itens escondidos” de muitas pessoas. Esse game de ação foi desenvolvido pela Yager Development. No enredo, o jogador toma o papel do capitão Marin Walker, responsável por fazer uma missão de reconhecimento com uma equipe de elite em uma Dubai pós-catástrofe.

(Fonte: Steampowered/ Divulgação)

A questão é que Walker passa por algumas crises e começa a ter alucinações. Deteriorando-se aos poucos, vai percebendo os horrores da guerra e que tem responsabilidade neles. A jogabilidade é bem feita, a história tem reviravoltas interessantes e o melhor é que todo o conjunto o faz diferente dos outros games do gênero, coisa rara. Mas apesar de obter isso com sucesso, foi negligenciado comercialmente.

Tesla vs Lovecraft (2018)

Apesar de muita gente virar a cara quando ouve falar sobre esse game, o fato é que esse jogo indie vale a pena ser jogado, especialmente por quem gosta coisas um tanto fora dos eixos, tipo umas ideias na a ver, mas que fazem sentido no conjunto.

(Fonte: Switch-brasil/Reprodução)

Tudo começa quando o escritor de horror HP Lovecraft fica possuído e rouba uma invenção de Nikola Tesla. Após isso, ele abre um buraco de minhoca para provocar o fim do mundo. O jogador, na pessoa de Tesla, conta com uma série de armas e recursos de teletransporte que vão mudando com o avançar do jogo, tudo para impedir o apocalipse.

O mais legal aqui é que os desenvolvedores 10Tons conseguiram fazer um jogo bom, frenético e rápido sem pecar muito em nenhum desses aspectos. Vale a pena ser incluído na lista dos que devem ser conferidos.

Driver San Francisco (2011)

(Fonte: Ubisoft/Divulgação)

Não muito falado e, talvez por isso, subestimado, Driver San Francisco tem uma dinâmica própria e a capacidade de prender os jogados menos exigentes. O grande gancho desse jogo foi permitir que o protagonista pegasse qualquer carro para finalizar sua missão. Ou seja, não é preciso sair do carro e roubar outro veículo, bastava apenas que a linha de ação fosse alterada para uma perseguição ininterrupta. Um bom título para fazer o tempo passar sem perceber.

Rage 2 (2019)

(Fonte: Bethesda/Divulgação)

Mais recente, Rage 2 recebeu reações mistas ao ser lançado no início de 2019. Um dos principais atrativos era o sistema de atualização do jogo que permitia aos jogadores personalizar seu personagem de forma que ele figurasse como um destaque de força. Além disso, assim como no original, a jogabilidade de tiro é algo de respeito.

Esses são apenas alguns dos mais subestimados, mas a coisa vai muito além. Por exemplo, alguns outros títulos que podem ser reservados sem medo para uma olhadinha posterior e que pode figurar como menção honrosa são:

  • Counter Spy (2014)
  • Mad Max (2015)
  • Castlevania: Lords of Shadow
  • Pathologic 2 (2019)
  • The Missing: J.J. Macfield and the Island of Memories (2018)
  • Echo (2017) FIFA Street (2012)
  • Watch Dogs 2 (2016)
  • Assassin's Creed IV: Freedom Cry (2013)
  • Binary Domain (2012)
  • Sleeping Dogs (2012)
  • Remember Me (2013)
  • Call of Juarez: Gunslinger (2013)

Agora é só aproveitar!

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