De acordo com uma pesquisa da Jon Peddie Research, apresentada na Game Developers Conference, foram gastos, em todo o mundo, US$ 67 bilhões em equipamentos para jogos, incluindo computadores, consoles, celulares e periféricos.

Como era de se esperar, os computadores lideram os gastos, com 33% do total. É compreensível, já que PCs e similares, principalmente para jogos, tendem a ter preços altos em comparação com consoles, que ficam na faixa dos US$ 400.

Os consoles, aliás, estão em terceiro lugar, com 16%, depois dos celulares, que detêm 23% da fatia. Essa é uma plataforma que está ficando cada vez mais popular para games. Os portáteis, por sua vez, tendem a diminuir e foram responsáveis por 3% dos gastos totais.

Novas frentes

A última posição é ocupada por consoles Android, como o Ouya, mas a Jon Peddie Research acredita que o setor deve crescer mais de 50%, indo dos US$ 33 milhões atuais para US$ 75 milhões em 2018. Os portáteis movimentam apenas US$ 2 bilhões, mas a companhia de pesquisa acredita que sempre haverá esse mercado de nicho porque parte da população não quer controles por tela de toque.

A empresa também fez um gráfico de evolução dos poderes gráficos do PC, consoles e mobile, dando a entender que iPads ficarão cada vez mais próximos dos consoles dado o rápido crescimento das tecnologias mobile. O PC, claro, lidera, e deve passar dos 10 TFLOPS em algum ponto entre 201 6 e 2017.

Quando os novos consoles foram lançados, o Xbox One tinha 1,31 TFLOPS e o PlayStation 4 1,84 TFLOPS. A placa de PC mais poderosa da época, a GTX Titan, pontuou 4,5 TFLOPS, e o iPad Air 2 0,23 TFLOPS. No entanto, as comparações não são simples assim, já que os consoles têm eficiência 2 vezes melhor que os PCs, por conta da especialização. Quem diz isso é John Carmack, o lendário programador de Doom.

Via BJ

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