Caso você esteja no entorno dos 30, prepare-se para sentir todo o peso da idade de uma vez só. Para quem não conhece, o canal The Fine Bros. se ocupa eventualmente de colocar nas mãos de das crianças de hoje criações que já foram o epítome da tecnologia. O célebre Walkman já teve a sua vez, assim como o telefone com discador circular. Bem, agora foi a vez de um tesouro da infância de muita gente: o saudoso Game Boy.

“Isso parece um pedaço de lixo”, disse, impiedoso, um dos sujeitinhos. “Ele nem detecta a pele das pessoas, você precisa apertar botões para fazer qualquer coisa!”, disse uma menina. Mas havia alguma condescendência entre os pequenos: “Isso deve ter sido realmente divertido na época”.

Naturalmente, a coisa não melhora quando mostram a elas que, à época, era preciso fazer malabarismos para conseguir uma iluminação adequada para a telinha esverdeada do portátil. Ou isso ou instalar uma desengonçada lente de aumento com iluminação própria — enquanto se ocupava de garantir que a coisa toda tivesse sacos de pilha de reserva.

“Isso parece um velho DS” também despontou ali pelas tantas. Enfim, a justiça é feita. Particularmente, lembro de ter achado graça dos primeiros Odyssey, que continham apenas um jogo e necessitavam que se marcasse os pontos em um bagulho de plástico — isso enquanto celebrava os meus incrivelmente modernos Mega Drive... E Game Boy.

Pois é. O ciclo se repete. Particularmente, ainda tenho esperanças de que os celulares desnecessariamente gigantescos virem piada em um futuro próximo... Espere, isso já aconteceu, não? Melhor deixar quieto.

Via BJ

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