(Fonte da imagem: Reprodução/Populous)

A arte de inovar talvez seja uma das mais difíceis em tempos em que nada se cria, tudo se imita. Talvez você nem tenha reparado, mas já se perguntou sobre o futuro dos games em termos de imersão. Até onde essa bolha pode ir sem estourar? Já imaginou um estádio gigante elaborado especialmente para esse segmento da indústria de entretenimento? Alguns arquitetos da cidade de Kansas já.

Basicamente, eles conceberam um projeto de estádio pensado exatamente para essa finalidade. O currículo dos artistas está bem afiado: entre grandes trabalhos do portfólio deles está nada menos do que o estádio olímpico de Londres utilizado nas Olimpíadas de 2012.

Nas imagens ao longo desta notícia, o que temos é uma visão arquitetônica do ano de 2020, quando, de acordo com a filosofia de previsão (e ambição) dos bastidores do estádio, a indústria multibilionária global dos games finalmente encontrou seu formato, digamos, “público”.

Brian Mirakian, um dos responsáveis por trás do ambicioso projeto, explicou que um “coliseu” como esse, além de reunir centrais de jogos em seu interior e outras formas de estética voltadas a games, entrega uma proposta futurista.

(Fonte da imagem: Reprodução/Populous)

Games: fenômeno cultural

Mirakian disse, ao site Gizmodo, que os games têm um caráter púbico e representam um “fenômeno cultural” em lugares como Coreia do Sul e Los Angeles, entre outros.

No projeto, Mirakian explica que haveria um amplo espaço para os games que incluiria unidades de jogatina – salas montadas em braços de robôs fortes o suficiente para mover sessões de jogatina inteiras ao centro da arena para confrontos intensos entre equipes.

Luzes em LED estariam embutidas no chão, nas paredes, no teto e em quaisquer outras superfícies da estrutura do estádio, algo que ocorreu de forma semelhante no estádio olímpico de Londres para as Olimpíadas de 2012. Algumas dessas luzes poderiam informar aos gamers informações como placares, dados estatísticos e histórico para todos os jogos e jogadores presentes.

(Fonte da imagem: Reprodução/Populous)

Claro que essas visões são apenas um plano do imaginário desses arquitetos e não representam como exatamente o estádio (ou os estádios?) poderia ficar se concretizado. O que temos são belas imagens de um possível futuro na comunicação da indústria de entretenimento, não algo que deve ser rigorosamente considerado como factível.

Além disso, ainda temos alguns anos até 2020, portanto, segundo os arquitetos, “há necessidade de uma profunda pesquisa sobre tendências de arquitetura” para que possam existir melhores formas de prever como estarão as necessidades da mídia por um espaço desse porte especialmente voltado a gamers.

Será que teríamos também torcidas organizadas de Microsoft, Sony ou Nintendo? Curioso...

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