Tribes: Ascend ainda não foi lançado para o grande público e, para jogar, é preciso se cadastrar no site oficial e torcer para ser selecionado para a fase Closed Beta do jogo. O Baixaki conseguiu uma chave para essa versão deste game que transforma você em um gladiador futurista.

Nós testamos o jogo, e você confere agora o resultado da análise, o que mais gostamos e o que ficou faltando. Você vai descobrir se vale a pena fazer o download de mais de 1 GB para adentrar esse mundo caótico e povoado por jogadores de várias partes do planeta.

Forever online

O game é um multiplayer online e não conta com nenhum tipo de modo offline. Os únicos modos solitários de jogo são os treinamentos, uma boa pedida para quem deseja captar o básico sem sofrer na mão dos adversários impiedosos espalhados pelas salas de jogo. Para quem procura diversão em conjunto com outros jogadores, Tribes: Ascend já começa sendo um prato-cheio.

Visual impressiona

Um dos grandes destaques aqui é aquilo com que você tem o primeiro contato: o visual. Os cenários chamam atenção pelo tamanho, o que chega a ser um problema quando você morre, pois o respawn normalmente é longe de onde as coisas acontecem. Mas nada que não possa ser resolvido com as turbinas propulsoras que fazem seu personagem voar ou deslizar sobre o solo.

Contudo, um cenário grande de nada valeria se não fosse altamente explorável, e mais uma vez Tribes: Ascend se destaca, pois você pode ir para praticamente qualquer lugar que é capaz de enxergar. É possível subir no alto de morros e construções sem o menor problema, o que torna os embates ainda mais interessantes.

Movimentos livres

Sem dúvida, um dos pontos mais legais do jogo é a movimentação dos personagens. Aqui você pode voar, correr e pular livremente, o que gera uma série de novas possibilidades e torna o desafio de combater ainda mais intenso. Não é à toa que esse é um dos motes dos desenvolvedores para atrair novos jogadores.

Combates complicados

Pelo menos na versão Closed Beta, os embates do Tribes: Ascend são um tanto quanto complicados. Os mapas grandes permitem verdadeiras perseguições aos adversários (e vice-versa), mas também complicam a desenvoltura das lutas. Elas também são prejudicadas pelas armas iniciais, em número bastante limitado e que atrapalham a precisão dos disparos.

Os duelos acabam sendo mais interessantes em algumas partes do cenário, em que os locais não são tão amplos e é possível encurralar o inimigo. Isso, porém, pode ser um “vício” de quem está acostumado a jogar FPS online com cenários menores. Provavelmente, muita gente vai considerar positivas as batalhas em campo aberto.

Armaduras em série

Outra ausência sentida na versão Closed Beta é a personalização dos personagens. Você escolhe um dos dois times e só. Não é possível adicionar novos equipamentos, e novas armas só podem ser adquiridas durante uma fase, com os créditos acumulados por acertar os inimigos. Isso, inclusive, é uma maneira bastante interessante de privilegiar aqueles com melhor desempenho em um combate.

Modos de jogo

Os três modos de jogo aqui presentes não variam muito do tradicional, salvo pelo fato de que todos contam com captura de bandeira. No “Team Deathmatch”, os times se enfrentam e aquele que está com a bandeira adversária pontua mais quando mata. Em “Rabbit”, apenas conta pontos matar o adversário que está carregando a bandeira. Por fim, o “Capture the flag” é o tradicional “pega-bandeira” e ganha quem roubar o estandarte inimigo um determinado número de vezes.

As primeiras impressões são...

Razoáveis. Talvez a limitação das armas e as teclas de jogo não convencionais (você usa o Ctrl para pular, o Shift para mirar e a Barra de espaço para deslizar pelo cenário) sejam os primeiros grandes problemas do jogo.

De qualquer forma, o game merece destaque por ser extremamente bem feito. Mesmo na fase Closed Beta, quando bugs e erros são mais do que convencionais, nota-se um ótimo trabalho por parte da equipe de desenvolvimento, tanto na parte técnica quanto na parte gráfica do jogo.

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