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(Fonte da imagem: Divulgação / Activision)

Call of Duty: Modern Warfare 3 chega aos consoles somente em novembro, mas a Activision continua a apostar no marketing e nas divulgações de recursos inéditos que estarão presentes no aguardado FPS. Desta vez, a empresa trouxe mais detalhes sobre o que estará presente no modo multiplayer do game.

Segundo o que foi apresentado pela companhia durante o evento Call of Duty XP, na semana passada, o título terá um sistema de cards que identificará os jogadores e acompanhará seu progresso. Apesar de isso ser bastante parecido com mecânicas já existentes, a distribuidora afirmou que ele será completamente novo e diferente de tudo o que há atualmente nos jogos do gênero.

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(Fonte da imagem: Divulgação / Activision)

Outra adição são as recompensas, que irão beneficiar os jogadores que cumprirem certas tarefas. De acordo com a Activision, uma delas irá premiar os jogadores que tiverem os jogos anteriores da série Call of Duty. A forma com que essa identificação será feita não foi explicada.

Infinity Ward está mais preocupada com jogabilidade do que com avanço tecnológico

Enquanto a Activision promove o lançamento de Modern Warfare 3 com o modo multiplayer, a Infinity Ward, desenvolvedora do game, comenta como foi a criação da aguardada sequência do FPS. Para o produtor do título, Mark Rubin, o estúdio não se focou em evoluir a tecnologia exatamente para poder explorar a jogabilidade de uma forma muito mais relevante aos fãs da série.

Durante a Call of Duty XP, Rubin afirmou que a filosofia de sua companhia visa exatamente a boa execução dessa experiência jogável e não apenas o desenvolvimento de um motor gráfico atraente. Segundo ele, é melhor deixar a tecnologia evoluir por si mesma enquanto eles criam novas formas de divertir.

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(Fonte da imagem: Divulgação / Activision)

Para exemplificar isso, Rubin citou a presença de cidade reais dentro da campanha single-player, algo que foi feito para que as pessoas se identificassem com aquilo que está sendo mostrado. Em contrapartida, ele comenta sobre os games anteriores, que tinham locais exóticos e interessantes, mas que não envolviam tanto pelo fato de ser impossível conhecê-los.

É nesse aspecto que Rubin comenta o embate entre avanço de tecnologia e criação d uma experiência mais profunda. Para ele, é mais fácil criar vilarejos fictícios e explorar isso graficamente, mas isso não tem o mesmo peso de ver pontos reais de Nova York ou Londres e que, para isso, é preciso construir referencias e detalhá-los com veracidade — algo que já acontecia em Modern Warfare 2.

Via Baixaki Jogos

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