Ubuntu pode ter grande salto em número de usuários na China nos próximos anos. (Fonte da imagem: Divulgação/Canonical)

O governo chinês anunciou que vai trabalhar com a Canonical para desenvolver uma versão do Ubuntu especificamente voltada para os chineses. Esse SO seria então praticamente o sistema operacional oficial na China, sendo utilizado pelo governo em vários setores. Fora isso, esforços para popularizar a plataforma entre os usuários comuns do país também devem ser realizados a fim de combater a dominação do Windows e a do Mac OSX (esta em menor escala).

Para isso, o governo daquele país pretende inserir ferramentas que trabalham com serviços locais no novo Ubuntu para chamar a atenção dos consumidores chineses. Assim, versões do serviço de mapas do Baidu estariam presentes, além de ferramentas para realizar compras nos maiores varejistas do país.

Bancos chineses também devem entrar nessa onda, liberar versões de apps e dar suporte para o Ubuntu e seus futuros usuários. Todos esses esforços do governo da China fazem parte do programa de incentivo ao software livre que pretende colher alguns resultados já nos próximos cinco anos.

Além da investida no setor dos desktops, o país pretende ainda incentivar o Ubuntu em smartphones e outros portáteis. Isso porque o governo chinês se mostra ainda muito preocupado com a completa dominação do Android no mercado de smartphones por lá.

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