Um pouco antes da premiação da Hackatona Let's GO (veja os vencedores aqui), o diretor de Políticas Públicas da Uber no Brasil – Daniel Mangabeira – subiu ao palco do evento para falar sobre novos modelos de negócios na era digital.

Como já sabemos, a Uber tem revolucionado o modo com as pessoas se movimentam ao redor do mundo, apesar de enfrentar a resistência intensa de alguns taxistas, como já publicamos aqui no TecMundo. 

Mangabeira não focou tanto nas polêmicas que envolvem a Uber, porém  falou mais sobre como o app pode ser um diferencial na questão de mobilidade urbana. Presente em mais de 60 países e em 350 cidades, a Uber tem crescido em várias regiões – e aqui no Brasil já são cinco capitais com o atendimento do app, com 600 mil usuários e um nível de satisfação na casa dos 97%.

Quando questionado sobre a competição com os taxistas, Mangabeira procurou deixar claro que há espaço para todo mundo no mercado. A Uber não vai extinguir os taxistas, assim como o metrô não acabou com os ônibus – são opções de mobilidade com propostas diferentes. Estamos falando de uma mudança cultural da população, e o diferencial da Uber reside justamente na qualidade do trabalho oferecido, superior ao encontrado em muitos táxis.

Além disso, a Uber gera empregos para um nicho específico, já que hoje são seis mil motoristas no país, com previsão de expansão para 30 mil parceiros até 2016. Para atingir um público ainda maior, a Uber também dispõe de outras modalidades, como a UberX (que possui uma tarifa 30% menor do que a do Uber comum) e muitas outras iniciativas, tais como a Uber Madd e a Uber Safe. 

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