Sabe aquela história apocalíptica de que a tecnologia causaria desemprego estrutural, eliminando vários trabalhos nas mais diversas áreas que eram realizados por humanos, mas que seriam substituídos por robôs? De acordo com o novo estudo da empresa de consultoria econômica Deloitte, isso é balela: nos últimos 140 anos, mais empregos foram criados do que destruídos por conta dos avanços.

A tecnologia seria "uma enorme máquina de criar trabalhos", pois cria novas demandas e novos tipos de empregos. O problema é que os pontos negativos são mais facilmente observados, o que leva muita gente a acreditar apenas no ponto de vista pesimista.

"Máquinas tomarão conta de tarefas mais repetitivas e árduas, mas não parecem próximas de eliminar a necessidade por serviços humanos em qualquer época dos últimos 150 anos", diz o estudo. A pesquisa admite que, em alguns setores, a tecnologia até eliminou trabalhos — mas eles não eram exatamente dignos ou muito procurados. A necessidade de novos serviços se sobrepõe à essa extinção e, ao menos teoricamente, não deve deixar ninguém desempregado.

Áreas como medicina, educação e prestação de serviços cresceram: a prioridade agora é para funcionários de áreas envolvendo serviços em geral, criatividade e conhecimento de tecnologia. Por isso, profissões em áreas como agricultura e indústria sofreram levem quedas.

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