De acordo com um painel realizado durante a última edição da feire CES (Consumer Electronics Show), sete categorias de produtos respondem atualmente por 80% da receita obtida pelo setor. Trata-se de Smartphones, tablets, TVs, PCs, laptops, câmeras digitais e celulares mais simples.

O mesmo painel também apontou o crescimento constante das referidas classes de aparelhos ao longo dos últimos anos. Em 2011, por exemplo, as mesmas sete categorias respondiam por 72% da receita.

Naturalmente, a grande questão agora do setor de eletrônicos e tecnologia é saber como as categorias relativamente “prescindidas” podem conquistar um lugar entre os mais vendidos. Uma briga que, de fato, smartwatches, eletrônicos veiculares, tecnologias fitness e tecnologias inteligentes para residências devem comprar fervorosamente.

Tensão saudável

De forma geral, a tensão entre os nichos mais e menos favorecidos da industria de eletrônicos deve ser benéfica. Afinal, o setor, como um todo, acaba por crescer justamente por essa “polifonia”. Basta checar os números: os rendimentos para o ano fiscal iniciado em 2014 devem fechar em US$ 1,024 trilhão, ficando um ponto percentual acima dos valores de 2013.

“Nós temos várias inovações que podem reformular a paisagem global de gastos com tecnologias”, disse Steve Koenig, analista da Consumer Electronics Association. Seja como for, há uma unanimidade em atestar os smartphones como o produto de toda uma era.

Afinal, juntamente com os tablets, a categoria responde por 46% dos gastos com eletrônicos ao redor do mundo, conforme revelou Koenig. Ademais, o analista apontou que o valor médio de um smartphone deve descer para US$ 300 em 2015.

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