Sempre que um passageiro passa por um aeroporto, sua bagagem é checada por um scanner que é capaz de detectar, entre outras coisas, a presença de explosivos entre os conteúdos. Ele possui um fator de sensibilidade confiável para muitos, mas uma nova tecnologia criada em Israel promete ser ainda mais eficaz. 

Atualmente, os explosivos são detectados por máquinas que usam espectrometria de mobilidade iônica, uma técnica que identifica moléculas de acordo com a sua velocidade de movimento por um campo elétrico. Nesse sistema, é possível detectar traços de explosivos em partes por bilhão, enquanto no novo chip essa margem passa para partes por quatrilhão. 

O chip em questão, que tem como base o funcionamento do olfato humano, também possui oito pequenos receptores químicos e, dependendo de como as moléculas os ativam, ele é capaz de dizer se o conteúdo analisado é ou não perigoso. Além disso, ele é capaz de trabalhar em áreas tomadas por fumaça de cigarro e a uma distância de até cinco metros do objeto suspeito. 

Vale mencionar que, no momento, esse projeto está em fase inicial de pesquisa, então não espere nada do gênero checando bagagens em aeroportos num futuro muito próximo.

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