Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação/Biometrics)

A morte de Osama bin Laden no dia 1º de maio revelou que o exército americano tinha em posse mais tecnologia do que muitos imaginavam. Em um relatório da Casa Branca, o conselheiro John Brennan divulgou que ele tinha 99% de certeza de que os soldados realmente haviam matado Bin Laden.

Segundo a informação Brennan tinha essa certeza graças ao reconhecimento facial, de altura e a uma análise inicial do DNA. O teste de DNA foi realizado bem longe da cena do acontecido, pela CIA e outros especialistas. Devido ao horário em que ocorreu o fato, o teste só foi realizado na segunda (02) e resultou em 100% de compatibilidade com a amostra que eles tinham.

As demais verificações foram realizadas com o auxílio do aparelho SEEK (Secure Electronic Enrollment Kit ou em português Kit de Inscrição Eletrônica Segura). Esse dispositivo permite analisar as digitais, a íris e verificar os detalhes faciais. O SEEK capta todos os dados e então compara os resultados com a base de dados do FBI (em West Virginia) em questão de segundos.

(Fonte da imagem: Divulgação/Biometrics)

Além desse aparelho, as forças especiais dos EUA possuem outras ferramentas de reconhecimento biométrico. Já há uma segunda versão do SEEK que possibilita conexão ainda mais rápida. Para garantir mais precisão existem o BATS e o HIIDE, que garantem níveis de detalhes ainda maiores do que os capturados na análise da íris.

Até mesmo para realizar buscas por terroristas existem ferramentas específicas. É o caso da FLIR, um dispositivo que consegue analisar através de paredes onde o inimigo está posicionado. Esse aparelho utiliza o calor humano para obter detalhes de quantas pessoas estão em um mesmo local e as respectivas posições. Apesar de não ter extrema precisão, o FLIR já ajudou muito o exército em diversas situações.

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