A História do Telescópio Espacial

Há mais de 30 anos em órbita, o Hubble colaborou com diversas descobertas. Conheça mais sobre a história do telescópio espacial!
Primeiros estudos
Em 1946, o astrofísico Lyman Spitzer publicou um artigo sobre as vantagens de criar um telescópio espacial. Um conceito bem inovador, visto que o 1º satélite só foi lançado em 1957.
Aprovação do projeto
Em 1969, o projeto do telescópio espacial da NASA teve o apoio da Academia Nacional de Ciências. Contudo, ele passou a ser financiado pelo governo americano apenas em 1977.
Preparação do telescópio
Entre 1974 e 1979, engenheiros e astrofísicos da NASA trabalharam na criação do telescópio. Isso também incluiu o treinamento de astronautas para missões de manutenção.
Origem do nome
Em 1983, o Telescópio Espacial foi renomeado para Hubble — uma homenagem ao astrônomo Edwin Hubble, que descobriu a existência de outras galáxias fora da Via Láctea.
Em órbita
O Hubble foi lançado no dia 24 de abril de 1990. A NASA usou o ônibus espacial Discovery para colocá-lo em órbita, um esforço que custou US$ 1,5 bilhão.
Primeira imagem
Em maio de 1990, o Hubble capturou sua primeira imagem. Segundo especialistas, ela era 50% mais nítida do que os registros capturados em observatórios terrestres.
Idade do Universo
Nos anos seguintes, o Hubble ajudou a detalhar informações sobre o espaço. Então, em 1993, foi possível calcular que o Universo teria entre 10 bilhões e 20 bilhões de anos.
Trocas de lentes
O Hubble passou por várias manutenções. Assim, foram instaladas novas lentes que captavam imagens com maior definição de galáxias incrivelmente distantes.
Nasce uma estrela
Essas lentes proporcionam imagens incríveis, como os “Pilares da Criação” na Nebulosa da Águia. O registro dos aglomerados de poeira e gás foi feito em 1º de abril de 1995.
Exploração a distância
O Hubble colaborou com diversas descobertas. Por exemplo, em 2019 ele detectou vapor d’água na atmosfera do exoplaneta K2-18b, que está a cerca de 110 anos-luz da Terra.
Dados gerados pelo Hubble
Semanalmente, o Hubble transmite 120 GB de dados científicos. Esse material é armazenado em discos magneto-ópticos capazes de guardar até 6 petabytes de informação.
Aposentadoria
Após 30 anos de contribuição com a ciência, o Hubble está perto de se aposentar. Segundo a NASA, ele deve ser substituído pelo Telescópio Espacial James Webb nos próximos anos.
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