Segundo a CNN, canais que promovem racismo (nacionalismo branco), pedofilia e discurso de ódio no YouTube continuam exibindo propaganda dentro da rede social de vídeos. Dessa maneira, grandes marcas — Facebook, Netflix, Adidas e Amazon, por exemplo — estão vendo seus nomes atrelados aos pensamentos mais baixos da mente humana. Obviamente, as companhias não estão felizes com isso.

A CNN ainda nota que não são apenas companhias como as citadas que estão aparecendo em vídeos proibidos pelo próprio YouTube, mas propagandas pagas por organizações governamentais também entram nessa conta.

Propagandas pagas por organizações governamentais também entram nessa conta

No começo do ano, o YouTube alterou algumas diretrizes de receita, dificultando a vida de canais fora dos padrões da comunidade. "Fizemos uma parceria com nossos anunciantes para fazer alterações significativas na maneira como abordamos a monetização no YouTube com políticas mais rigorosas, melhores controles e maior transparência", disse um porta-voz.

Entre as empresas afetadas, a Under Armour cancelou as propagandas no YouTube após encontrar seus produtos sendo anunciados em um canal racista conhecido como "Wife With A Purpose".

Todas as companhias afetadas no caso até o momento (Facebook, Netflix, Adidas, Amazon, Under Armour, LinkedIn, Hershey, Hilton, Mozilla e Cisco) comentaram que estão trabalhando em conjunto com o YouTube para reverter esse quadro.

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