O ataque DDoS é a primeira fronteira de grupos hacker e podem dar dor de cabeça para empresas despreparadas — alô, Sony PSN: fim de ano chegando. De acordo com uma pesquisa da Arbor Networks, este tipo de ataque está aumentando no Brasil.

Só no mês de outubro deste ano, foram 35 mil ataques, cravando sete ataques por minuto — é o maior índice dos últimos seis meses. Segundo Paulo Braga Craveiro, engenheiro de vendas da Arbor Networks, "devido a problemas de configuração ou relaxamento no uso de boas práticas de Segurança da Informação, o fato é que cada vez mais dispositivos IoT (Internet of Things) são utilizados para realização de ataques de negação de serviço tanto contra a infraestrutura de operadoras de serviços de comunicação quanto a redes corporativas".

DDoS: ataque de negação de serviço

Atualmente, os dispositivos IoT compreendem smart TVs, câmeras de vigilância, sensores de presença, gadgets de todos os tipos e tamanhos. Ou seja: qualquer dispositivo que tenha conexão com redes ou internet. Dessa maneira, esses dispositivos também são mais vulneráveis à invasão por hackers.

"Esses dispositivos vêm sendo largamente utilizados para a formação de redes-zumbi (as botnets) criadas para lançar ataques de negação de serviço, com o objetivo de tornar indisponível o acesso a websites e a serviços on-line", explica a Arbor. "Mas os ataques DDoS (Distributed Denial of Service) não são os únicos a que se prestam as botnets IoT. Elas vêm sendo utilizadas também para outras atividades criminosas, como, por exemplo, o roubo de senhas de contas bancárias".

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