A Samsung tem mudado sua forma de agir depois do pouco sucesso de seu flagship S5, lançado no ano passado, além de perder mercado por conta da ascensão de concorrentes chinesas. Por isso, além dos flagships S6 e S6 Edge, a empresa sul-coreana colocou também no mercado aparelhos de entrada e intermediários com melhor acabamento, como os modelos Galaxy A3, A5, A7 e A8.

Para recuperar ainda mais terreno perdido, a companhia planeja lançar menos celulares em cada segmento do mercado, mas torná-los mais atrativos para os consumidores com menor poder aquisitivo. Rumores indicam que mesmo os modelos mais baratos produzidos pela Sammy podem vir com leitor biométrico embutido no botão Home, para melhorar a segurança, além do Samsung Pay.

Esse serviço de pagamentos pode se popularizar mais facilmente do que as alternativas que estão disputando este nicho porque é compatível com os terminais de pagamento que já estão no mercado hoje, em vez de depender de novos equipamentos para funcionar. Além disso, outro boato relacionado ao Samsung Pay, e que já foi mencionado até mesmo pelo vice-presidente da divisão mobile da empresa, Injong Rhee, é a possibilidade de o serviço chegar a aparelhos de outras marcas.

Caso esses rumores se provem verdadeiros, eles podem se tornar importantes passos para que a empresa se recupere da queda sofrida no ano passado, e de que até agora não se recuperou. E a ideia de ter mais segurança em um celular mais simples, graças a um leitor biométrico de qualidade, certamente pode atrair uma parcela significativa de consumidores que antes procurariam alternativas mais baratas.

Entre pagar um preço razoável em um smartphone mid-range com leitor biométrico e gastar um bom dinheiro em um flagship, qual opção você prefere? Por quê? Comente no Fórum do TecMundo

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