A Tesla está de vendo em popa com o novo Model 3, que vem registrando uma média de 1,8 mil novos pedidos diariamente. No entanto, a chegada do novo carro também significou um aumento significativo nos gastos da empresa.

Apesar de ter registrado uma alta de 8 por cento em suas ações, a empresa já gastou US$ 2 bilhões dos US$ 3 bi que tinha em reservas – e não pretende parar de gastar tão cedo.

A planta da montadora em Fremont, onde são produzidos os carros, e a Gigafactory 1, focada na produção de baterias e componentes, são as principais fontes de custo da empresa atualmente. Os investimentos estão sendo feitos para garantir que a companhia vai conseguir atingir seus objetivos de produção, como a marca de 20 mil unidades do Model 3 fabricadas mensalmente a partir de dezembro.

Elon Musk chegou a dizer para os acionistas que a empresa está considerando um empréstimo para aumentar o caixa, mas não pensa em fazer uma rodada para levantamento de fundos no momento.

Deepak Ahuja, diretor de finanças da Tesla, afirmou que os gastos atingiram picos históricos e chegaram a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões por semana. Musk, por sua vez, disse que os investidores não têm que se preocupar com as metas de produção da empresa e reafirmou que as demandas de todos os carros do portfólio da marca cresceram com a chegada do Model 3.