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HBO Max proíbe oficialmente compartilhamento de senhas em seu streaming

A plataforma já havia anunciado que os assinantes teriam que pagar um valor adicional por membro novo.

Avatar do(a) autor(a): Diana Pordeus

schedule23/04/2026, às 14:45

updateAtualizado em 23/04/2026, às 15:21

Nesta semana foi registrado pela primeira vez no Brasil o bloqueio do acesso para pessoas que não estão na mesma casa ao tentarem acessar o streaming HBO Max. Para acessar a conta fora da residência dos titulares, cada membro extra terá de pagar R$14,90 mensais.

O anúncio dessa medida aconteceu há um ano e foi implementada primeiramente nos Estados Unidos, onde os usuários precisam pagar US$ 7,99 por membro adicional. A decisão não veio de repente: a Netflix já adota esse mesmo procedimento desde 2023, quando provocou um grande alvoroço entre os assinantes

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Como a medida funcionará na HBO Max?

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A marca já disponibilizou mais detalhes sobre o plano adicional em seu próprio site, a nova diretriz conta com as seguintes especificações:

  • Na plataforma, ao tentar acessar a conta de outra residência, a opção de adicionar membros extras aparece;
  • Os valor adicional vai direto para a cobrança dos titulares da conta;
  • Os titulares da conta convidam um membro adicional para compartilhar seu plano de assinatura;
  • Os membros adicionais têm sua própria conta, senha e perfil;
  • O complemento não está disponível para assinantes com cobrança feita por provedores terceirizados, como lojas de aplicativos e provedores de internet, celular e TV;
  • Para assinar, os membros adicionais precisam ter 18 anos ou mais e estar no mesmo país em que o titular assinou a HBO Max;
  • Após a criação da conta de Membro adicional, ele poderá usar a HBO Max enquanto estiver viajando em qualquer área de serviço da HBO Max, sujeito às regras aplicáveis no país visitado.

Netflix e Disney+ já adotaram a medida

A Netflix já usa este modelo assinatura desde 2023, quando passou a cobrar taxa extra de R$ 12,90 para contas adicionais, afetando diretamente o compartilhamento de senhas entre usuários que moram em residências diferentes. Na época, a novidade causou revolta entre os assinantes, que debateram formas de boicote do streaming nas redes sociais.

Em 2024, porém, a empresa fechou o ano com recorde de assinantes e receita bem acima do esperado. A plataforma atingiu o número histórico de 301,6 milhões de assinantes, quase o dobro previsto entre os analistas. O lucro líquido chegou a US$ 1,87 bilhão.


Outro serviço que seguiu o mesmo caminho foi o Disney+, que, após encerrar o Star+, passou a restringir o uso do streaming para pessoas que usam a mesma conta, mas não estão na mesma residência. 

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