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Power Rangers: o que os críticos estão dizendo do reboot cinematográfico

schedule22/03/2017, às 12:38

As primeiras críticas da imprensa estrangeira paraPower Rangers: O Filme estão sendo publicadas, dando pistas do que os espectadores podem esperar do reboot cinematográfico dos heróis da Saban.

O resultado parece dividir opiniões. Alguns jornalistas lembram que é preciso considerar a proposta da franquia antes de avaliar a produção, já que alguns clichês são inevitáveis.

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Outros, porém, não parecem ter gostado da dramaticidade criada para os personagens, o que tira um pouco da diversão do produto.

undefinedFonte da imagem: Divulgação/Lionsgate

Mas será que o filme ainda vale o preço do ingresso? Confira abaixo alguns comentários da crítica estrangeira para o reboot dos Power Rangers!

  • Críticas:
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    Uma sessão de terapia de grupo adolescente disfarçada de um filme de super-herói,Power Rangers é cansativamente previsível e realizado de maneira cínica, reciclando inúmeros estilos de blockbuster, mas drenando seus prazeres juvenis no processo” (Tim Grierson, da Screen International).

Os personagens em Power Rangers têm a profundidade e a idiossincrasia de robôs adolescentes que andam e falam” (Owen Gleiberman, da Variety).

Um reboot cinematográfico de grande orçamento que tem vergonha do programa de TV que leva às telas” (David Ehrlich, da indieWire).

Power Rangers é melhor do que você poderia esperar. Ele tem o suficiente para fazer você perdoar os clichês da história de origem; a previsibilidade da trama de salvar o mundo; e a quantidade absurda de merchandising” (Alonso Duralde, do The Wrap).

O diretor Dean Israelita, aprimorando sua experiência com a ficção científica Projeto Almanaque, elabora um conjunto muito mais complexo de personagens, de sequências de ação e recursos técnicos que têm um efeito de mantém a tensão dramática mesmo à beira do excesso” (Justin Lowe, do Hollywood Reporter).

O filme atinge uma mediocridade funcional que talvez seja o melhor que podemos esperar dessa franquia, oferecendo um mínimo de diversão em troca do dinheiro desaparecido de sua carteira” (Mike McCahill, do The Guardian).

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