O potencial criativo (e de investimento) da Netflix parece não ter limites. Desde que estreou suas produções originais em 2013, emplacando logo de cara grandes sucessos como House of Cards e Orange is the New Black, a empresa ampliou de maneira absurda o seu catálogo com conteúdos próprios. Para 2018, a meta é ultrapassar o número de 700 séries criadas “em casa“.
Pelo menos esse é o plano de David Wells, CFO do serviço de vídeoson demand mais popular do planeta. De acordo com o executivo, cerca de 8 bilhões de dólares serão gastos neste ano com conteúdo original, incluindo séries, filmes, documentários e demais tipos de shows.
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“Vamos continuar adicionando conteúdo. Essa estratégia está funcionando muito bem e impulsionando o nosso crescimento. Mas as pessoas não se importam muito com a origem do que vão assistir. Nós buscamos ter o melhor catálogo disponível online tanto com criações internas quanto externas”, comentou Wells.
Presente em mais de 200 países espalhados pelo mundo, a Netflix já conta com mais 117 milhões de assinantes, número que supera a soma das populações da Itália e da Espanha, por exemplo. O que também impressiona é que mais da metade dessa “nação” está fora dos Estados Unidos, sendo um dos motivos pelos quais a empresa continua investindo forte em conteúdo produzido em outros países e falados em outras línguas além do inglês.

Club de Cuervos (México), Suburra (Itália) e Dark (Alemanha) são alguns exemplos dessas produções originais que tiveram grande destaque. O Brasil também não ficou fora dessa lista, e a série 3%, lançada em 2016, tem previsão de estrear sua 2ª temporada em abril deste ano.
O mercado brasileiro, inclusive, é um dos que mais crescem aos olhos da companhia. Segundo dados recentes, a Netflix já conta com mais assinantes que a SKY por aqui e fatura mais que o SBT, por exemplo.
Este texto foi escrito por Marcel Buono via n-Experts.[/i]
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