Dançarina Imperfeita: ritmo ganha destaque na Netflix (CRÍTICA)

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O sonho da faculdade, romance adolescente, ritmo contagiante e competição. Todos esses passos tornam Dançarina Imperfeita (Work It) um dos grandes destaques de produção da Netflix em 2020. Com um elenco repleto de novos talentos, o longa traz uma fórmula já bastante batida, mas com novos elementos que tornam a trama muito mais envolvente.


No filme, Sabrina Carpenter dá vida a Quinn, uma estudante ambiciosa que sempre tirou notas perfeitas e fez tudo certo para entrar na Universidade de Duke. Porém, seu mundo vira de cabeça para baixo quando ela faz a entrevista para a faculdade e descobre que a chefe de admissões procura um “quê” a mais para aceitar novos alunos.


Então, ela mente e diz que participa do grupo de dança da escola, vencedores de um campeonato regional anual. Quando não consegue entrar no time, Quinn e sua melhor amiga, Jasmyne, decidem criar a própria equipe para competir, reunindo um grupo de desajustados e Jake, um coreógrafo que desapareceu o radar após uma lesão durante a dança.



Dançarina Imperfeita tem tudo o que precisa para conquistar espectadores


A motivação de Quinn está presente ao longo do filme todo, mas o que mais surpreende é a sua paixão. Não demora muito para que ela descubra o seu amor pela dança (e, claro, por Jake!).


No clímax do longa, a chefe de admissões de Duke deixa o seu cargo e as notas de Quinn começam a cair. Então, a personagem vê seu sonho começar a fugir das suas mãos e decide abandonar a equipe para focar nos estudos. Tudo isso com a pressão de sua mãe, que trata a dança como algo trivial para o futuro.


Então, temos uma das melhores cenas do filme: Quinn sente toda a emoção que a dança pode trazer e nos emociona com os seus passos, ainda que descoordenados. Porém, repletos de vontade e paixão!


(Fonte: Netflix/Divulgação) Netflix/Divulgação

Além da emoção da competição, outro ponto bastante positivo do filme é a redenção de Juilliard, tido até então como o vilão que não deixa Quinn fazer parte da equipe de dança da escola. Em sua própria jornada de conhecimento, o dançarino percebe que não precisa ser perfeito o tempo todo e começa a admirar o trabalho das colegas.


Além de Sabrina Carpenter, não podemos deixar de enaltecer o trabalho de Jordan Fisher (de Para Todos os Garotos Que Já Amei, filme da Netflix), Michelle Buteau e Liza Koshy. Após o sucesso de Dançarina Imperfeita, maç podemos esperar para ver o que os atores têm pela frente!


Apesar da fórmula clichê, o filme da plataforma de streaming é repleto de emoção, risadas, amor e lições que podemos levar para a vida toda. Então, com certeza, vale a pena conferir!


Texto escrito por Flávio Motta Coutinho via Nexperts.

Fontes

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