O futuro já chegou! Não pense que apenas serviços como táxi ou delivery de comida estão migrando para os aplicativos de dispositivos móveis online. Devido à facilidade e praticidade, muitas outras atividades estão sendo oferecidas por meio de apps e, com um atendimento diferenciado, começam a ganhar nome e, consequentemente, a “roubar” os clientes dos negócios tradicionais. É o que vem acontecendo com o polêmico Uber, que tem dado dor de cabeça a taxistas do mundo todo, inclusive os brasileiros.

Nova York também entrou nessa onda com o Pager, que envia um médico para a casa do usuário em menos de uma hora pelo valor de US$ 200.

Pois agora chegou a hora dos serviços médicos. Diversas cidades espalhadas pelos Estados Unidos já possuem empresas que prestam auxílio médico na sua casa ou no trabalho e podem ser contratadas através de aplicativos práticos e simples de usar. A região de Los Angeles, São Francisco e cidades no entorno podem usar o app Heal para receber atendimento médico domiciliar pelo valor de US$ 99, cerca de R$ 350. Serviços familiares, no caso de uma epidemia de gripe, por exemplo, saem por US$ 200, em torno de R$ 700.

Precinho salgado por um serviço prático

Pode parecer meio caro, ainda mais levando em conta que a maioria desses serviços não aceita convênios médicos ou planos de saúde, mas eles valem a pena pela praticidade, agilidade e evitam que você perca um dia rentável de trabalho, principalmente no caso de autônomos.

Por enquanto, nada disso ainda tem previsão para chegar ao Brasil, que possui um sistema de saúde bastante diferente do existente dos Estados Unidos.

Nova York também entrou nessa onda com o Pager, que envia um médico para a casa do usuário em menos de uma hora (usando o Uber) pelo valor de US$ 200. Outras cidades vão mais longe no uso da tecnologia, como Minneapolis, que disponibiliza pelo app RetraceHealth um profissional de enfermagem que examina o solicitante através de uma consulta por vídeo cobrando apenas US$ 50, cerca de R$ 175. Caso seja necessária uma avaliação melhor pessoalmente, um médico também pode visitar o paciente em casa ou onde ele precisar por US$ 150, aproximadamente R$ 530.

Tecnologia a favor do paciente

Esse novo serviço se beneficia amplamente de dispositivos médicos móveis, como aparelhos que realizam exames de sangue ou máquinas portáteis que fazem ultrassom, por exemplo. Tudo isso é levado pelos profissionais até os locais de atendimento e facilita muito os diagnósticos, sem a necessidade de o paciente ter que ir até um hospital.

Por enquanto, nada disso ainda tem previsão para chegar ao Brasil, que possui um sistema de saúde bastante diferente do existente dos Estados Unidos. Porém, com os problemas vistos na legalização do Uber aqui, podemos esperar bastante polêmica quando os primeiros médicos online começarem a atender no país.

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