Colar capta dados do corpo do animal e manda para uma central de processamento online (Fonte da imagem: Reprodução/Globo Rural)

Quando você pensa em fazendas e internet, as ideias não parecem combinar muito bem. Afinal, uma representa o tradicionalismo do interior e a outra o modernismo dos grandes centros urbanos. Isso, entretanto, não impediu Annette McDougall, CEO da Silent Herdsman, de tocar um projeto que junta essas visões para melhorar a produção de leite em fazendas da Europa.

Sua empresa desenvolveu um colar que é colocado em vacas leiteiras que as conecta à internet, o que permite o monitoramento em qualquer lugar. Assim, com os dados que o colar consegue obter no corpo de cada animal, é possível prevenir problemas de saúde e de stress nas vacas, evitando desperdício de tempo e dinheiro e, consequentemente, maximizando a produção do leite.

O equipamento utilizado pela Silent Herdsman está sendo testado em algumas fazendas do velho continente, e quem já faz parte do projeto parece gostar das facilidades que uma “vaca conectada” pode trazer. “Se percebemos cedo que a uma vaca está ficando fraca ou desenvolvendo algum problema digestivo, podemos intervir antes e possivelmente economizar uma cara consulta veterinária”, disse ao Globo Rural o fazendeiro britânico Graham Kerr.

Para tocar o projeto das vacas conectadas, a empresa foi premiada em dinheiro, que serviu para financiar a propagação da tecnologia. O plano da Silent Herdsman é expandir a possibilidade de acompanhar a saúde das vacas para o mundo todo.

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