Com o mercado da tecnologia focando seus esforços na Internet das Coisas (IoT), os investidores estão cada vez mais interessados em desenvolver plataformas e ferramentas para esse futuro – que não está tão distante.

Seguindo essa lógica, o mesmo criador das empresas Zeromobile e ChatSim (chip criado para conversas ilimitadas por mensageiros como WhatsApp) está apostando na Things Mobile, operadora móvel especializada em IoT.

A nova companhia telefônica pretende conectar os aparelhos inteligentes mesmo na ausência de WiFi, uma vez que – obviamente – eles frequentemente necessitam da internet para funcionar.

A cobertura de sinal da empresa já atinge 165 países, incluindo nosso “Brasilzão”! O funcionamento é parecido com o que já acontece com o ChatSim, que utiliza a estrutura de operadoras parceiras.

Em terras tupiniquins, a Things Mobile utiliza a rede GPRS e 3G da Vivo. Apesar de a opção 4G estar disponível em alguns locais do mundo, segundo o site, isso não é possível por aqui.

Na teoria, os planos não têm custos de aquisição nem mesmo outras taxas. A única maneira de cobrança é por uso de dados, que parte de US$ 0,15 por MB. No Brasil, o megabyte é US$ 0,35 – cerca de R$ 1,14 na cotação atual.

Nas letras miúdas vem a explicação: cada chip exige uma recarga inicial de no mínimo US$ 5. O SIM Card “grátis” precisa de uma recarga mínima de US$ 10, caso contrário, ele custa US$ 2 separadamente. Ah! E, se o tráfego mensal for maior que 50 MB, serão cobrados US$ 0,50 no período.

Esse modo de centralizar os equipamentos com uma operadora, que pretende ser destinada para os dispositivos de Internet das Coisas, pode ser promissor. Porém, vale a ressalva para os custos adicionais que podem gerar, caso seu aparelho use muitos dados.

Nessa situação, é melhor manter sua conexão WiFi estável, ou pode ter uma surpresinha desagradável, certo?

Para saber mais sobre a operadora, você pode acessar o site da companhia (em inglês), neste link.