A Google, em um movimento diferente da maioria das companhias, mostrou que não é contra o protesto de funcionários no dia 1 de maio, data em que é celebrado Dia do Trabalhador.

Nos EUA, diversos trabalhadores estão organizando protestos contra o presidente Donald Trump, e a Google garantiu que "respeita a escolha de todos ao agir de acordo com as próprias crenças".

Além da Google, o Facebook também anunciou apoio aos trabalhadores

"Nós nos preocupamos profundamente com a criação de um ambiente no qual todos - funcionários e empreiteiros, engenheiros, funcionários da cafetaria e pessoal de limpeza - sintam-se confortáveis de fazer parte. Estamos pedindo aos gerentes para serem flexíveis em acomodar os pedidos de tempo de parada e deixar nossos fornecedores parceiros cientes que apoiamos uma decisão igual", escreveu a Google em comunicado, segundo o Mashable.

As estimativas iniciais indicam que mais de 340 mil trabalhadores norte-americanos vão protestar contra "o governo e interesses corporativos" no Dia do Trabalho. Outra pauta que será levada para as ruas é a imigração, que tem suporte dos trabalhadores.

Além da Google, o Facebook anunciou anteriormente que também fornece suporte aos funcionários que escolherem ir ao protesto. Além disso, a rede social comentou que "revisaria contratos" com outras companhias que violam a lei ao impedir a manifestação de funcionários.

No Brasil, qualquer forma de protesto ou greve é assegurada e permitida por lei:

  • "LEI Nº 7.783, DE 28 DE JUNHO DE 1989. Art. 1º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. Art. 2º Para os fins desta Lei, considera-se legítimo exercício do direito de greve a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação pessoal de serviços a empregador"

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