Uma nova rodada de rumores trouxe boas e más notícias a respeito do Galaxy S7, o próximo smartphone top de linha da Samsung.

A primeira delas diz respeito a um leitor de íris, que faria a estreia no dispositivo. Com ele, bastaria uma rápida escaneada na região do seu olho para desbloquear o aparelho, verificar a sua identidade e até realizar pagamentos — ou seja, uma evolução do sensor biométrico que lê as suas impressões digitais.

A fonte que cita a novidade é da Polônia, um país-chave da Samsung na Europa. Porém, desde o Galaxy S5 (que ilustra o topo desta matéria, diga-se de passagem), a função é especulada e, até agora, nada feito. O rumor indica que todas as variantes do smartphone carregariam a função.

A má notícia

O problema? Essa novidade faria o produto se diferenciar da concorrência, é verdade, mas também encareceria a produção — e isso deve se refletir no preço cobrado do consumidor. Como o Galaxy S6 foi lançado custando US$ 600, podemos esperar um acréscimo de ao menos US$ 100 se o sensor for mesmo confirmado.

Mais unidades produzidas?

Outra novidade vem da agência de notícias Reuters. Segundo o site, o estoque inicial do Galaxy S7 será de 5 milhões de unidades ao todo — aproximadamente 3,3 milhões na versão convencional e mais 1,6 milhão da versão "Edge" (com tela curva). Não foram citadas variantes, mas especula-se que outras duas podem ser apresentadas pela Samsung. A revelação do dispositivo deve acontecer em fevereiro e as vendas começariam no mês seguinte.

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