Convicto de sua capacidade de provar a existência do Sindicato – um consórcio internacional de assassinos altamente capacitados –, o agente Ethan Hunt decide reunir seus colegas da Impossible Missions Force (IMF) para desarticular definitivamente tal grupo criminoso. É com esse argumento que o filme “Missão: Impossível – Nação Secreta”, quinto capítulo da série “Missão: Impossível”, está dominando as bilheterias dos Estados Unidos.

Mais do que um enredo promissor e algumas cenas de ação bastante clássicas (como explosões e perseguições em alta velocidade), o longa-metragem está conquistando o público ao apresentar tecnologias fictícias de cair o queixo. Ok, algumas delas são realmente absurdas e dificilmente seriam utilizadas na vida real, mas não deixam de ser algumas ideias bem bacanas e que merecem ser conferidas por todo geek de plantão.

Resolvemos selecionar as quatro melhores – ou piores, caso você não goste de ver tecnologias “malucas” e improváveis – para comentá-las em detalhes neste artigo. Atenção: naturalmente, o texto abaixo apresenta alguns spoilers sobre o longa-metragem. Logo, se você ainda não assistiu ao filme e não deseja saber de antemão algumas surpresas da película, recomendamos que feche esta página antes que seja tarde demais. Esteja avisado.

1) Reconhecimento facial avançadíssimo

As tecnologias de reconhecimento facial que existem atualmente já são incríveis, sendo capazes de identificar, por exemplo, idade e sexo de uma pessoa em pouquíssimos segundos. Porém, “Missão: Impossível – Nação Secreta” imagina um futuro simplesmente absurdo para esse conceito.

Em determinada cena do filme, os personagens conseguem descobrir a localização de uma pessoa usando nada além de um desenho do rosto dela. É isso mesmo: os agentes fazem um sketch à mão retratando a aparência de Ilsa (Rebecca Ferguson) e isso é o suficiente para que um sistema automatizado descubra que a moça está localizada em Marrocos.

2) Indo (muito) além da identificação biométrica

Senhas? Esqueça. Leitura de íris? Coisa do passado. Reconhecimento de voz? Muito inseguro. Em determinado momento do longa-metragem, um personagem precisa invadir um complexo altamente protegido por sistemas variados de autenticação. Além de enfrentar aqueles que já conhecemos – como identificação biométrica –, o agente precisa encarar uma tecnologia nada convencional.

Ao andar por um corredor, um totem móvel acompanha os movimentos do visitante e analisa seu padrão de locomoção. Em outras palavras, ele vê o jeito como você anda para confirmar que você é mesmo quem afirma ser. Caso perceba algo de errado, o robozão utiliza seus tasers (as clássicas armas de choque) para derrubar o invasor imediatamente. Imagina só que bizarro passar por uma experiência dessas?

3) Protegendo cartões de dados com... Água

Às vezes, é preciso bem mais do que uma criptografia forte para proteger documentos virtuais altamente sigilosos. Após passar com sucesso pelo totem citado acima, o personagem se depara com mais um desafio que é, no mínimo, curioso – passar por uma turbina cheia de água para alcançar um cartão que armazena dados secretos. Se uma situação parecida acontecesse com você, é bom relembrar direitinho aquelas aulas de natação...

4) A forma mais rápida de formatar um pendrive

Por último – mas não menos importante –, quase no final do filme os agentes finalmente conseguem se apossar de um pendrive contendo as tais informações sigilosas. Só tem um probleminha: ele está criptografado e teoricamente só pode ser aberto por identificação biométrica do primeiro-ministro.

Porém, os personagens conseguem “dar um jeitinho” e apagam os dados do pendrive ao simplesmente posicioná-lo sobre um telefone celular. O mais incrível é que o arquivo em si não é deletado: ele simplesmente se torna um documento “vazio”. Ninguém explica direito como isso funciona, mas não é como se realmente nos importássemos com isso em um filme de ficção, não é mesmo?

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