(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Ao permitir que o controvertido vídeo de uma mulher mexicana supostamente sendo decapitada por “traição” circulasse na rede, o Facebook se justificou dizendo que tais veiculações seriam permitidas para fins de condenação. “O Facebook é há muito tempo um lugar para que as pessoas compartilhem as suas experiências, notadamente quanto elas se ligam a eventos controversos”, disse a companhia em comunicado oficial.

Mas parece que a rede social pensou melhor no assunto, tendo recentemente tirado do ar o referido vídeo, considerando eventualmente que se tratava exatamente daquilo que havia sido inicialmente estipulado como filtro: uma “glorificação imprópria e irresponsável da violência”. De fato, vale lembrar que o crivo anunciado foi o de que, “caso um vídeo fosse celebrado ou as ações encorajadas, a nossa abordagem seria diferente”.

(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

Vídeos violentos ainda serão permitidos, desde que...

Embora o Facebook pareça mesmo ter reconsiderado a postura inicial, fato é que ainda deve ser possível o compartilhamento de vídeos com violência explícita — novamente, desde que para fins de condenação. Entretanto, agora há um pedido para que os usuários “o façam de forma responsável, selecionando cuidadosamente a audiência e avisando sobre a natureza do conteúdo, de forma que seja possível tomar uma decisão informada”.

Vale lembrar que o site considerou recentemente implementar um sistema avançado para avisar sobre conteúdos sensoriais potencialmente ofensivos.

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