O foguete Antares, da Orbital Science Corporation, explodiu logo após o lançamento em Wallops Island, Virginia. A nave não era tripulada e não houve mortos ou feridos entre a equipe de terra.

O objetivo da missão era entregar quase 2,3 toneladas de suprimentos para a Estação Espacial Internacional. A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) afirmou que não há perigo para a equipe da Estação, pois eles possuem reservas para até o ano que vem, provavelmente até março, e novas missões estão previstas.

Frank Culbertson, da Orbital, afirmou que houve um "desmembramento" do veículo de lançamento e que um oficial de segurança acionou um comando de autodestruição segundos depois.

"Esse é um procedimento-padrão para um lançamento que sai de curso: em vez de ter potencialmente um foguete gigante e fora de controle cheio de combustível atingindo uma área populosa, a NASA dá um sinal para explodir o veículo, conhecido como 'abortação destrutiva'", informou.

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Essa seria a terceira missão de suprimento da Orbital, a segunda empresa privada a realizar entrega para a Estação Espacial, depois da SpaceX, de Elon Musk. Um lançamento bem-sucedido foi realizado no ano passado. Musk disse estar sentido com o acidente, mas, há dois anos, havia demonstrado preocupação com o fato de a Orbital usar foguetes construídos na década de 60.

Entre os equipamentos que seriam entregues à Estação, havia o primeiro carregamento da Planetary Resources, que obteve financiamento coletivo para colocar em órbita o primeiro telescópio controlado publicamente. O acidente está sendo investigado pela NASA.

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