Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução / DVice)

Propostas de novos calendários surgem todos os anos e todas têm sempre o mesmo objetivo: tornar o cálculo de datas comemorativas, dias de trabalho e feriados mais objetivo. O Calendário Gregoriano, usado atualmente, não conta com dias fixos e tem meses de duração variável. Com isso, o Natal cai em um final de semana em um ano e, no seguinte, pode estar no meio de uma semana. Acabar com tudo isso é o objetivo do Calendário Permanente Hanke-Henry.

A proposta é a fixação de um ano de doze meses, com dois de 30 dias seguidos de um com 31, e assim sucessivamente. Desta forma, todos os anos seriam idênticos e começariam em um domingo. O Natal, por exemplo, sempre cairia em um final de semana, assim como o Ano Novo. Para os brasileiros, feriados como o 7 de setembro e 2 de novembro cairiam em uma quarta-feira, enquanto datas como o Dia do Trabalho e a Proclamação da República poderiam ser emendadas, já que aconteceriam às terças.

O total, então, é de 364 dias. Para resolver o problema dos anos bissextos, o Calendário Permanente Hanke-Henry propõe a realização de uma semana extra a cada cinco anos, entre o final de dezembro e o início de janeiro. O conjunto de sete dias seria independente, ou seja, não faria parte de mês algum.

Os economistas que sugerem o novo calendário tem planos ainda mais ambiciosos após a ativação do novo padrão. De acordo com eles, a ideia seguinte é abolir completamente o fuso-horário, fazendo com que todos os países estejam no mesmo horário o tempo todo. Será que vai dar certo?

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