Memórias nada agradáveis devem estar passando pela cabeça de executivos da Samsung nesses últimos dias. No sábado (15), o jornal New York Post noticiou que Diane Chung, agente imobiliária dona de um Galaxy Note 9, está processando a fabricante do smartphone sob a acusação de que o celular dela pegou fogo enquanto estava dentro de uma bolsa.

No processo, Chung conta que o celular começou a esquentar, queimando os dedos da mão dela, e a soltar uma fumaça grossa quando ela estava dentro de um elevador. Quando as portas abriram, ela diz ter sido salva por alguém que estava no corredor. A pessoa usou um pano para segurar o aparelho explosivo e jogou o dispositivo dentro de um balde cheio de água. O caso aconteceu em Nova York.

A dona do Note 9 descreveu a experiência como “traumática”, afirmando que ficou impossibilitada de trabalhar e teve todos os objetos da sua bolsa destruídos por causa do aparelho. Agora ela pede uma compensação por danos não especificados e uma ordem judicial proibindo a Samsung de continuar vendendo o Note 9 nos Estados Unidos.

Samsung está investigando o caso

Em resposta ao caso, a Samsung disse que está investigando a situação e que não foi informada de nenhum outro incidente parecido desde que o Note 9 começou a ser vendido. Depois do fiasco do Galaxy Note 7, a companhia passou a dar bastante atenção às medidas de segurança que toma em relação às baterias dos aparelhos.

A fabricante implementou um novo processo de inspeção de qualidade para evitar que algo parecido ocorra no futuro. “A Samsung leva a segurança dos seus usuários muito a sério e confia na qualidade dos milhões de aparelhos Galaxy em uso nos Estados Unidos”, disse a empresa em comunicado.