Um Moto G4 da Motorola entrou em combustão espontânea dentro do bolso de um político no interior do Paraná. A vítima foi Marcos Rigolon, secretário de saúde do município de Guaíra, na fronteira com o Paraguai.

Rigolon publicou um vídeo do smartphone ainda soltando fumaça no Facebook, e o clipe acabou sendo disseminado em outras plataformas sociais. De acordo com o secretário, ele não sofreu ferimentos graves, apenas algumas queimaduras nos dedos no momento em que tirava o aparelho do bolso de sua bermuda.

Ainda não há esclarecimentos técnicos sobre o fato de o dispositivo ter pegado fogo, mas um noticiário local afirmou que o incidente ocorreu no momento em que Rigolon saía de casa pela manhã.

O TecMundo entrou em contato com a Motorola para saber mais sobre o ocorrido, e a marca informou que já estava ciente do caso. Confira o comunicado oficial da empresa.

O consumidor se recusou a entregar seu aparelho para a empresa

“Para a Motorola, a prioridade é — e sempre foi — a segurança de seus consumidores e, nesse sentido, tem total interesse na apuração do ocorrido. A empresa informa que, assim que tomou conhecimento do caso do Sr. Marcos Rigolon, entrou em contato para prestar assistência ao consumidor, bem como para entender o ocorrido e analisar o smartphone em questão. Entretanto, o consumidor se recusou a entregar seu aparelho para a empresa”.

A Motorola classificou o caso como “isolado”, explicando que não se trata de um problema crônico do modelo, e pede que seus consumidores não utilizem acessórios — tais como cabos e carregadores — não aprovados ou produzidos pela empresa. Isto é, não se deve usar equipamentos pirata/paralelos para recarregar a bateria do smartphone.

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