Zack Snyder comenta momento polêmico de 'Batman vs Superman'

1 min de leitura
Imagem de: Zack Snyder comenta momento polêmico de 'Batman vs Superman'
Imagem: IMDb/Reprodução
Avatar do autor

Cinco anos após a estreia de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, a polêmica cena em que o último filho de Krypton diz a frase "Salve Martha", ainda gera discussões. Porém, para o diretor do filme, Zack Snyder, a frase faz sentido e ele a defendeu durante uma entrevista ao canal do YouTube I Minutemen.

"Evidentemente eu sou fã [dessa fala] e sou muito interessado em saber como 'Martha', como esse conceito, é central para o filme", disse Snyder. “Quero dizer, é 100% o eixo que mantém toda a coesão do filme. Acho que é um indicativo da forma como Batman vs Superman foi recebido, que seu princípio central foi menosprezado e ridicularizado. Eu acho que é como essa ideia linda e incrivelmente simétrica, que no final completa o conceito do filme. Tudo ali foi 100% feito com um propósito para que seja o que você está vendo”.

Ben Affleck, Henry Cavill e Zack Snyder nos bastidores de 'Batman vs Superman: A Origem da Justiça'Ben Affleck, Henry Cavill e Zack Snyder nos bastidores de 'Batman vs Superman: A Origem da Justiça'Fonte:  IMDb/Reprodução 

Ele ainda completou falando que, enquanto conversava com o roteirista Chris Terrio, reconhecer a humanidade do Superman era a melhor maneira de fazer os dois heróis pararem de lutar.

“É engraçado, porque nós, Chris Terrio e eu, chegamos a esse ponto no filme, em nossas discussões eram... nós sabíamos como fazê-los lutar, certo? Mas como fazer para que parassem de lutar? Essa era a parte difícil. E nós meio que estávamos falando sobre a humanidade deles e Batman percebeu que o Superman tem humanidade, ele não é apenas uma criatura, ele é um humano — ele é um alienígena, mas é tão humano quanto, e em muitas maneiras ele é mais humano do que o próprio Batman, certo? Ele meio que abraçou todas as partes boas da raça humana, então Batman é capaz de ver, de várias maneiras, uma coisa que ele mesmo não é. E eu acho que foi assim que começamos a falar sobre isso”.

Fontes