(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)

A eterna dualidade entre homens e máquinas acaba de ganhar mais um capítulo bastante interessante. Pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, anunciaram nesta semana que foram bem-sucedidos na criação do primeiro transistor biológico, feito inteiramente de material genético.

Considerando que os transistores são essenciais nos eletrônicos da atualidade, certamente podemos imaginar toda uma geração de dispositivos construídos à base de DNA e RNA. Colocando uma porção microscópica de uma molécula de DNA dentro de uma célula viva, os pesquisadores conseguiram controlar o fluxo de RNA – que transmite instruções para a célula. 

Esse processo é similar à maneira como os transistores regulam a corrente elétrica e, dessa forma, os pesquisadores conseguiram repetir o mesmo sistema de funcionamento. Em teoria, poder controlar esse fluxo permitiria que fosse possível ordenar que células cancerígenas, por exemplo, parassem de se multiplicar. 

O transistor seria o primeiro passo dessa complexa equação e, embora já seja uma realidade, ainda deve levar muito tempo para que vejamos computadores “humanos” disponíveis em nosso dia a dia.

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