Um dos problemas em se construir aparelhos tecnlológicos vestíveis, de pulseiras a roupas inteiras, está na bateria. Não é possível colocar os "blocos" de íon-lítio usados para celulares e até mesmo em alguns smartwatches a ideia é diminuir ainda mais o tamanho das fontes de energia para usar o espaço para outras utilidades.

Um grupo de pesquisadores da Arizona State University está disposto a encontrar uma nova forma para baterias e encontrou inspiração na técnica japonesa do Kirigami, que é uma variante do origami que não envolve só dobraduras, mas pequenos recortes no produto final. Segundo o estudo, é possível criar fontes de energia dobráveis que podem aumentar de comprimento ao mesmo tempo em que são compactas em um espaço bem limitado.

No vídeo, o teste é realizado com o Samsung Gear de segunda geração. A bateria é presa com duas pulseiras elásticas em sua extremidade e o relógio é ligado normalmente. O destaque é que as pulseiras são esticadas até além do cotovelo de um usuário e não há qualquer alteração no funcionamento do aparelho. Até mesmo exercícios de estimulação do bíceps não causam mudanças.

O projeto por enquanto só existe nos laboratórios da universidade e não tem previsão de ser adotado comercialmente. Ainda assim, o conceito é interessante e pode ser um recurso útil em wearables do futuro.

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