O ZenFone 3 Zoom não é exatamente uma novidade. Ele foi lançado globalmente em janeiro deste ano, mas só chegou ao mercado nacional no fim de março. Apesar do atraso, ele certamente é uma ótima adição ao catálogo da ASUS no Brasil e tem o potencial para se tornar o principal smartphone da empresa por aqui, caso sua estratégia de marketing pouco tradicional funcione.

Eu digo isso porque a empresa preferiu gastar boa parte da sua verba de propaganda levando dezenas de blogueiros, instagrammers e youtubers — além de um punhado de jornalistas de tecnologia — para um cruzeiro de três dias pelo litoral carioca a fim de fazer o anúncio do novo celular, em vez de investir na “mídia tradicional”: anúncios em TV, outdoors e banners na web.

Ele é um aparelho muito mais interessante do que o da geração passada

É uma estratégia pouco convencional, mas que tem sim sua lógica. Eu expliquei melhor essa situação neste artigo. Seja como for, independentemente de como o público tome conhecimento do ZenFone 3 Zoom, eu posso dizer que se trata de um smartphone bom, mas que tem seus defeitos e algumas qualidades exclusivas nesse segmento.

Fora isso, ele é um aparelho muito mais interessante do que o da geração passada, que era caro, complicado e tinha um design de gosto bastante duvidoso. Mas, da forma que ele está agora, será que vale a pena você investir o seu dinheiro nesse aparelho aqui em vez de ficar na zona de conforto conhecida como “Samsung e Motorola”?

Um corpo atraente

É inegável que a ASUS conseguiu criar um bom design para ZenFone 3 Zoom. Ele passa uma sensação de smartphone refinado que não combina com sua faixa de preço — o que é bom — e tem curvas relativamente originais. É inegável também que ele se parece um pouco com os novos iPhones da Apple, especialmente por conta do formato da moldura e pela construção dos elementos em volta das câmeras traseiras. Contudo, ele é original o suficiente para não ser confundido com os smartphones da Maçã por uma pessoa que tenha o mínimo de familiaridade com qualquer um dos dois.

Eu gostei da forma como ele se encaixa na mão durante o uso, mas admito que se trata de um aparelho grande. Quem não está acostumado com smartphones que extrapolam a marca das 5,5’’ de tela certamente vai discordar do fato de eu o achar confortável. Mas note que minha opinião nesse ponto é primordialmente influenciada pelas laterais arredondadas e pelo bom posicionamento do botão power.

Não consegui me acostumar com o posicionamento do leitor de digitais

Ainda assim, preciso dizer que não consegui me acostumar com o posicionamento do leitor de digitais. No geral, eu realmente prefiro o leitor ali atrás, mas o do ZenFone 3 Zoom ficou alocado muito para cima, difícil de alcançar mesmo com minhas mãos de tamanho mediano. Considerando que a maioria dos meus colegas homens na redação tem mãos de tamanho similar, e as colegas mulheres possuem mãos um tanto menores, acho difícil que alguém vá alcançar o sensor biométrico deste smartphone em um movimento natural, sem algum esforço.

Para você ter uma ideia, meu smartphone pessoal é um Nexus 6P, consideravelmente maior que o da ASUS, mas que tem um posicionamento do leitor de digitais mais confortável. Em contrapartida, o leitor do ZenFone 3 Zoom é muito mais rápido e tão preciso quanto o da Google.

Ademais, a qualidade de construção do ZenFone 3 Zoom é boa, mas ele não é tão resistente quanto você poderia imaginar. Não é difícil arranhar a carcaça de metal, e eu consegui amassá-la um pouco quando sentei no banco do ônibus com o celular no bolso traseiro. Não chega a ser um #BendGate do iPhone, mas quem comprar esse dispositivo precisa tomar mais cuidado.

Para quem realmente curte fotografia

O ZenFone 3 Zoom é para aquele usuário que adora tirar fotos e está disposto a fuçar em inúmeras configurações, fazer capturas no modo manual e ainda brincar com uma série de efeitos. Em suma, trata-se de um aparelho para entusiastas de fotografia mobile. Para deixar esse pessoal ainda mais empolgado e também atrair aquela galera que só quer apertar e fotografar, a ASUS entrega um conjunto de câmeras duplo na parte traseira, sendo que um dos sensores conta com uma lente de zoom óptico fixado em 2,3x. Em essência, você pode aproximar objetos na foto sem perda na qualidade das imagens.

Na verdade, o aparelho da ASUS consegue aproximar imagens em até 12x, mas isso somando o zoom óptico ao digital. E, caso você ainda não esteja ciente, não é uma boa ideia usar zoom digital em qualquer câmera de smartphone que seja. Ele é simplesmente péssimo, especialmente entre os aparelhos intermediários, mesmo os mais premium.

No modo automático, as duas câmeras do smartphone da ASUS estão sempre em uso

Vale ressaltar que, no modo automático, as duas câmeras do smartphone da ASUS estão sempre em uso. Por isso, se você cobrir a secundária com o dedo, mesmo dando zoom, a imagem normal vai continuar aparecendo na tela. Claro que, nessa situação, o zoom aplicado é o digital, com perda de qualidade.

Se você alternar para o modo manual, aí sim as duas câmeras funcionam de forma independente. A Asus esclareceu que esse “truque” serve para oferecer mais qualidade às fotos “apertou capturou”, uma vez que o sensor que possui lente de zoom é mais simples, tem abertura bem menor e, por isso, captura menos luz.

Independentemente disso, o celular tira boas fotos na maior parte do tempo. A reprodução das cores é mais realista do que aquilo que vemos imagens feitas com o Moto Z Play, e a captura de detalhes também é superior nessa comparação. No geral, o conjunto traseiro do ZenFone 3 Zoom é de fato melhor que o do smartphone da Motorola. Contudo, os novos modelos da linha Galaxy A da Samsung, o A5 (2017) e o A7 (2017), fazem fotos de qualidade similar à do celular da ASUS.

Isso é curioso porque o sensor que taiwanesa usou no Zoom é o mesmo que a Samsung embarca no Galaxy S7 e, consequentemente, no Galaxy S8. Como os aparelhos da linha A da coreana contam com hardware notavelmente inferior, a única explicação que fica é a de que o processamento de imagem realmente faz a diferença (se é que restavam dúvidas a esse respeito).

Vale mencionar ainda que a abertura da câmera traseira principal do ZenFone 3 Zoom é f/1.7, o que garante que mais luz entre no sensor. A consequência disso é que o aparelho da ASUS faz fotos noturnas melhores que os concorrentes. Isso também é fruto da estabilização óptica e do foco a laser combinado com PDAF Dual-Pixel, no qual todos os pixels da câmera contam com um “gêmeo” dedicado unicamente ao processo de foco.

A câmera frontal do ZenFone 3 Zoom, de 13 MP e com f/2.0, é melhor do que a que temos nos concorrentes citados até agora. Ela consegue capturar muitos detalhes, representa as cores muito bem e tem um foco relativamente rápido. Ela não se dá bem em locais com iluminação muito desafiadora, mas isso é uma ladainha que eu venho repetindo em todas as análises de smartphones intermediários. Portanto, nenhuma surpresa em ver esse “defeito” aqui.

Ainda acerca da câmera frontal, é necessário fazer um alerta: ela vem com o modo de embelezamento ativado por padrão, e, caso você não queira sair na foto com uma cara ridiculamente artificial, é melhor trocar para o modo automático antes de qualquer captura.

Tela de boa qualidade

Eu não tenho muito a dizer sobre o display do ZenFone 3 Zoom porque ele é de boa qualidade para a categoria e ponto. Não decepciona nem impressiona. Ele representa as cores com naturalidade e não tem um padrão mais saturado do que o normal, caso você esteja preocupado com a tecnologia AMOLED empregada aqui.

Diferente da Motorola com esse tipo de tela nas mãos, a ASUS soube calibrar bem as cores, e o Zoom acabou sendo uma boa referência nesse aspecto. Contudo, ainda não estamos no padrão de qualidade de displays que a Samsung oferece nesse segmento com o seu Super AMOLOED.

Apesar do tamanho avantajado (5,5’’) esse display Full HD tem uma boa densidade de pixels e é muito confortável para usar ao ar livre, bem como em ambientes escuros. Assim, mandar mensagens pelo WhatsApp caminhando na rua ou ver filmes e séries durante a noite no seu quarto são sempre tarefas agradáveis.

Está na hora de mudar essa interface, ASUS…

Sempre que analiso um smartphone da ASUS, critico a interface que a empresa vem embarcando nesses aparelhos. Para mim, foi uma pena ter um hardware tão impressionante quanto o do ZenFone 3 Deluxe nas mãos, mas precisar lidar com um design de software tão feio. A mesma coisa se repete aqui, com o ZenFone 3 Zoom — dadas as devidas proporções. É um hardware que chama atenção acompanhado de uma interface que, a meu ver, evoluiu muito pouco ao longo dos anos.

Botões gigantescos na área de notificações com iconografia praticamente infantil

Ela ainda tem botões gigantescos na área de notificações com iconografia praticamente infantil. Eu não consigo aceitar que uma companhia do calibre da ASUS não tenha designers capazes de fazer melhor que isso em pleno 2017. Para piorar, os movimentos e as animações remetem a smartphones de 5 ou 10 anos atrás, completamente ultrapassados. Se a Samsung conseguiu superar essa parte obscura da sua história, eu gostaria de acreditar que a ASUS pode fazer o mesmo. De qualquer forma, a insistência da marca nesse design é decepcionante.

Visual à parte, essa interface tem sim seus méritos. Ela é completa e adiciona uma série de funcionalidades interessantes ao Android, o que torna o uso dos ZenFones mais fácil no dia a dia. Há também alguns apps que ajudam a limpar a memória, e um outro que permite gravar sua jogatina no celular para o caso de você querer postar isso em alguma rede social. Mas isso está longe compensar o problema do design.

Ademais, o ZenFone 3 Zoom vem com Android 6.0.1 Marshmallow e deve ser atualizado para o 7.0 Nougat entre maio e junho deste ano. Com isso, o aparelho não apenas deve ganhar algumas novidades próprias do SO da Google, mas também terá a capacidade de exibir imagens em RAW, um formato sem compressão que ele já é capaz de fotografar, mas não de mostrar na tela (atualmente, ele exibe uma JPG no lugar da RAW original).

Desempenho para o dia a dia

Nós testamos a versão mais avançada do ZenFone 3 Zoom, que tem 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Todas as variantes contam com o mesmo chipset, o Snapdragon 625 da Qualcomm. Ainda assim, em nossos testes de benchmark, o aparelho da ASUS ficou abaixo dos concorrentes em praticamente todas as situações.

Entretanto, é necessário ressaltar que a diferença de desempenho representada por esses números que você está prestes a conferir não é muito grande a ponto de se refletir no uso diário. Isso quer dizer que, apesar de o celular da ASUS ter um desempenho inferior nesses testes, você não deve notar isso em atividades mais mundanas, como navegar na web, lidar com apps de redes sociais e mensageiros.

Mas, se você for rodar games mais pesados, o Zoom vai mostrar que seu desempenho está um pouco abaixo em relação aos principais concorrentes. Seja como for, conseguimos jogar uma série de títulos, incluindo Horizon Chase e Uncharted: Fortune Hunter sem qualquer problema de desempenho ou queda de frames. Não espere, entretanto, obter uma qualidade ao estilo top de linha por aqui. Agora confira os números.

O teste Ice Storm Unlimited, do 3D Mark, é utilizado para fazer comparações diretas entre processadores e GPUs. Fatores como resolução do display podem afetar o resultado final. Quanto maior a pontuação, melhor é o desempenho.

Um dos aplicativos de benchmark mais conceituados em sua categoria, o AnTuTu Benchmark 6 faz testes de interface, CPU, GPU e memória RAM. Os resultados são somados e geram uma pontuação final. Quanto maior a pontuação, melhor é o desempenho.

O Vellamo Mobile Benchmark aplica dois testes ao aparelho: HTML5 e Metal. No primeiro deles é avaliado o desempenho do celular no acesso direto à internet via browser. Já no teste Metal, o número final indica a performance do processador. Quanto maior a pontuação, melhor é o desempenho.

Bateria sobrando

Fora o conjunto de câmeras com zoom na parte traseira, outro grande destaque do ZenFone 3 Zoom é a sua capacidade de carga. A bateria suporta nada menos que 5.000 mAh. Segundo Marcel Campos, diretor de marketing da fabricante para a América do Sul, este é o smartphone mais fino do mundo com essa capacidade de bateria.

Se você acompanha notícias e análises sobre smartphones, já deve saber que o processador Snapdragon 625 é realmente muito econômico e tem impressionado consumidores tanto no Moto Z Play quanto no ZenFone 3 comum. Contudo, o campeão em autonomia de bateria até agora tem sido o Galaxy A5 (2017) em nossos testes, o qual vem com chip Exynos. O A7 (2017) já está sendo avaliado pela nossa equipe, e existe a possibilidade de ele ser ainda mais interessante nesse aspecto.

“Mas como isso é possível?”, você pode estar se perguntando. O A5 tem “apenas” 3.000 mAh, não roda o Snapdragon 625 e, ainda assim, vence o ZenFone 3 Zoom com seus impressionantes 5.000 mAh? Sim, e com uma margem significativa. Eu também fiquei surpreso com o resultado.

No teste que sempre realizamos aqui, fazemos uma estimativa de quanto tempo um smartphone consegue durar, saindo de 100% a 0% de carga, executando vídeo no YouTube, com WiFi ligado e brilho da tela no máximo. A partir de uma amostra de 1 hora e três medições nesse período, concluímos que o smartphone da ASUS atinge 12 horas e 30 minutos nesse teste, quando o A5 da Samsung faz um pouco mais de 14 horas.

Duram um dia e meio longe das tomadas, mas ainda não conseguem chegar ao segundo dia sem recarregar

Ou seja, ambos duram um dia e meio longe das tomadas sem maiores preocupações, mas ainda não conseguem chegar ao segundo dia sem recarregar, a menos que você faça um uso bem leve do aparelho. No fim das contas, a autonomia prática dos dois é a mesma, mas o Galaxy tem potencial para aguentar um pouquinho mais. Isso provavelmente é resultado de otimizações feitas pela Samsung para economizar bateria sob condições de estresse.

Para completar, o ZenFone vem com um acessório em sua caixa que permite carregar a bateria de outros smartphones. Trata-se um adaptador OTG que se encaixa na saída USB-C do telefone e oferece uma entrada USB normal para você colocar o cabo de outro celular ali. No momento da conexão, surge uma popup que pergunta se você gostaria de transferir dados ou carregar a bateria de outro aparelho.

Extras

Como funcionalidade extra, o novo celular da ASUS para o mercado brasileiro tem rádio FM, um recurso ainda capaz de persuadir compradores “menos experientes”. Além do mais, ele vem com acessórios de boa qualidade, o que inclui um par de fones de ouvido com conexão P2 padrão e um carregador com cabo USB-C/USB-A.

Há também o já mencionado adaptador OTG, que serve para carregar a bateria de outros smartphones com a carga do ZenFone 3 Zoom e também permite usar pendrives e outros dispositivos similares.

O alto-falante fica posicionado na parte de baixo e tem qualidade mediana. Nada impressionante para a categoria, porém não tão ruim a ponto de incomodar alguém. Ele chega a um volume interessante, mas há sim distorções que dificultam a apreciação de qualquer música nessa condição.

Outro detalhe que vale a pena ser mencionado é o fato de o celular em questão contar com uma gaveta compartilhada para dois chips SIM e um cartão de memória. Contudo, não é possível usar os três elementos ao mesmo tempo, já que um dos espaços é híbrido: ou você coloca um chip de operadora ou um micro SD. O outro espaço para SIM é normal.

Vale a pena?

O preço oficial de lançamento para a versão mais básica do ZenFone 3 Zoom, com 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, é R$ 1.899. Contudo, em uma rápida busca na web, você já consegue encontrá-lo por valores menores que isso. Em minha opinião, estamos diante de um celular que oferece uma boa relação custo-benefício, especialmente por contar com os recursos de câmera que eu já comentei anteriormente, além da monstruosa bateria, naturalmente.

Com esse preço, ele concorre diretamente com o Moto Z Play e com os Galaxy A5 e A7 deste ano

Com esse preço, ele concorre diretamente com o Moto Z Play e com os Galaxy A5 e A7 deste ano, tanto em hardware quanto em custo. Contudo, é curioso notar que cada modelo nessa pequena comparação apela para um público minimamente distinto por conta das suas características únicas na categoria.

Os modelos da Samsung agradam pelo design e acabamento superior, sem contar a autonomia de bateria fora de série. O intermediário premium da Motorola chama atenção por suas capacidades modulares e tem o melhor desempenho entre esses aqui, além de vir com a interface mais próxima da do Android Puro. Por fim, o ZenFone 3 Zoom chega com câmeras de ótima qualidade e zoom óptico de 2,3x e uma bateria com capacidade impressionante.

Se formos olhar apenas as tabelas de especificações, o modelo da taiwanesa certamente é o mais atraente, mas é preciso levar em conta seus problemas: o leitor de digitais, apesar de muito rápido, está mal posicionado na carcaça, a interface é de longe a pior dentre os modelos citados, e a bateria acabou não sendo tão impressionante quanto os números fazem parecer.

Mas, a meu ver, o que impede o ZenFone 3 Zoom de ser a “escolha certa” aqui é o seu software mal-elaborado. Claro que isso aqui é uma questão de gosto, muito subjetiva, e você pode curtir essa interface da ASUS e não ter nenhum problema com ela. Nesse caso, vale a pena sim comprar o ZenFone 3 Zoom, especialmente se você não curtiu muito os modelos concorrentes da Motorola e da Samsung.

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Perguntas dos leitores

R: Ele consegue rodar praticamente qualquer jogo que você encontra na Google Play. Naturalmente, ele não oferece o mesmo desempenho e gráficos mais bonitos que vemos em tops de linha, mas é possível sim rodar games pesados. Sobre o aquecimento, ele realmente fica quente depois de uso intenso, mas nada que extrapole os limites ou padrões de outros aparelhos nessas condições. O preço você confere logo acima.

R: Sim, Jéssika, o som dele é legal, mas não foge dos padrões dessa categoria. Ele tem uma saída mono na parte de baixo e consegue um bom volume, mas, no máximo, ele chega a distorcer um bocado. Os fones são de qualidade similar também.

R: A carcaça de alumínio arranha sim. Se você não tomar cuidado, ela pode ficar com pequenos arranhões e até amassar, como aconteceu no meu caso. Eu sentei com ele no bolso traseiro da calça no ônibus, e ele deu uma entortada nas laterais, entre os botões de volume e gaveta de chips do outro lado. Esse parece ser um ponto fraco dele. Contudo, os arranhões não ficam muito visíveis, só se forem bem profundos a ponto chegar no próprio alumínio.

R: Não se compara de forma alguma com o ZenFone 3 Deluxe. O Deluxe é o top de linha da Asus, que tem processadores da série 8xx da Qualcomm. Esse aparelho fica na série 6xx, que é um bom equilíbrio entre desempenho e autonomia de bateira.

R: Apesar de ele contar com o mesmo sensor do Galaxy S7, as fotos do ZenFone 3 Zoom saem com qualidade consideravelmente inferior. Isso é reflexo do processamento de imagem mais avançado do top de linha da Samsung, que provavelmente não poderia rodar em um chip intermediário como o do Zoom. Ainda assim, as câmeras do aparelho da ASUS são boas sim.

Ele é compartilhado. Você usa dois chips SIM ou um SIM e um cartão de memória de até 256 GB.