Está cada vez mais difícil para a Apple restringir o acesso à pornografia. (Fonte da imagem: iStock)

A Apple sempre foi muito clara em sua política com relação à pornografia. A empresa não pensa duas vezes antes de excluir da App Store aplicativos que incentivem ou facilitem o acesso a esse tipo de material. O caso mais recente aconteceu com o Vine, app de compartilhamento de vídeos do Twitter.

Segundo informações da Apple, que retirou o app do ar logo após indicá-lo como “escolha do editor”, a empresa havia recebido denúncias de que, em meio ao material pornográfico, havia ainda possíveis imagens de pornografia infantil. A retirada do app do ar foi uma maneira de fazer com que a empresa se adeque às políticas da Apple.

Entretanto, medidas como essa podem não ser suficientes. No Twitter, por exemplo, basta uma simples pesquisa pela tag #porn para encontrar um farto material, algo que, se formos analisar ao pé da letra, também fere a política proposta pela Apple. E mais do que um parceiro da Apple, o compartilhamento via Twitter é uma função nativa do sistema operacional.

Essas características colocam em xeque as políticas adotadas pela Apple, que precisa repensar as suas regras de forma que elas se tornem mais claras e menos vagas. O problema pode se tornar ainda maior caso a empresa opte, por exemplo, em bloquear o Twitter de sua loja de aplicativos. Será que veremos mudanças em breve?

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