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Júnior007 Mentor

o que é dll? pra que servem?

0 em 15/1/2010 às 10:44h

eu sei que ele so tem no windows, mas so é isso tambem que eu sei.

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Respostas

Mostrando de 1 a 8 de 8 respostas encontradas (0.172 segundos)

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4[OFF] - Michael Jackson em 15/1/2010 às 10:53h

O que é dll ?
É a implementação feita pela Microsoft para o conceito de bibliotecas compartilhadas nos sistemas operacionais Microsoft Windows e OS/2. Essas bibliotecas geralmente tem as extensões DLL, OCX (para bibliotecas que contêm controles ActiveX), ou DRV (para drivers de sistema legados).

Os formatos de arquivos para DLL são os mesmos dos arquivos executáveis para Windows. Assim como os executáveis (EXE), as DLL podem conter códigos, dados, e recursos (ícones, fontes, cursores, entre outros) em qualquer combinação.

Para que Server ?
Uma Dll serve para armazenar dados, tipo, eu uso uma dll para salvar dados de fabricação do HD para tentar evitar que o usuário copie minha aplicação e coloque em outro micro sem a minha permissão.... mas você pode utiliza-la para salvar procedures, funções e muito mais...

MoDi Sábio
2MoDi em 15/1/2010 às 10:53h

Junior007, dê uma olhada neste link a ver se o ajuda: http://www.baixaki.com.br/tira-duvidas/9729 ;)

RenasoftEspecialista
1Renasoft em 15/1/2010 às 10:54h

Em poucas palavras: DLL é uma biblioteca de informações necessária ao funcionamento do sistema, são diversos parâmetros que o sistema utiliza como se fosse uma rotina a ser seguido...

1Renan Mattos em 15/1/2010 às 10:56h

.dll - este tipo de arquivo é conhecido como biblioteca. Costuma ser utilizado pelo sistema operacional de forma interna, para, por exemplo, permitir a comunicação entre um modem e o computador (driver).

Fonte: http://informatica.terra.com.br/

0Van halen - A genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração em 15/1/2010 às 12:40h

Uma dll são informações que o computador armazena para futura-mente esta utilizando.

GabrielConselheiro
0Gabriel em 15/1/2010 às 18:13h

Biblioteca de informações, serve pro programa se ativar e cumprir todas as funções. Dão muito problema quanto faltam.

LuizMentor
0Luiz em 15/1/2010 às 20:39h

Dlls são imformações necessárias para o funcionamento de programas !"

SamuelSábio
0Samuel em 17/1/2010 às 18:44h

Dynamic-link library (Biblioteca de ligação dinâmica) ou DLL, é a implementação feita pela Microsoft para o conceito de bibliotecas compartilhadas nos sistemas operacionais Microsoft Windows e OS/2. Essas bibliotecas geralmente tem as extensões DLL, OCX (para bibliotecas que contêm controles ActiveX), ou DRV (para drivers de sistema legados).

Os formatos de arquivos para DLL são os mesmos dos arquivos executáveis para Windows. Assim como os executáveis (EXE), as DLL podem conter códigos, dados, e recursos (ícones, fontes, cursores, entre outros) em qualquer combinação.

No sentido amplo do termo, qualquer arquivo de dados com esse mesmo formato, pode ser chamado de DLL de recursos. Exemplos dessas DLL incluem bibliotecas de ícones, podendo ter a extensão ICL, e os arquivos de fontes, quem têm as extensões FON e FOT.
O propósito original das DLL era economizar espaço em disco e memória necessária para aplicativos, armazenando-os localmente no disco rígido. Em uma biblioteca padrão não-compartilhada, trechos de código são adicionados ao programa que faz a chamada; se dois programas usam a mesma rotina, o código deve ser incluído em ambos. Ao contrário disso, códigos que vários aplicativos compartilham podem ser separados em uma DLL que existe como apenas um único arquivo, carregado apenas uma vez na memória durante o uso. Devido ao uso extensivo de DLL, as versões iniciais do Windows puderam rodar em máquinas com pouca memória.

As DLL proveem os benefícios comuns de bibliotecas compartilhadas, como a modularidade. Esta modularidade permite que alterações sejam feitas no código ou dados em uma DLL auto-contida, compartilhada por vários aplicativos, sem que qualquer modificação seja feita nos aplicativos em si. Essa forma básica de modularidade permite a criação de patches e service packs relativamente pequenos para grandes aplicativos, como Microsoft Office, Microsoft Visual Studio, e mesmo o próprio Microsoft Windows.

Outro benefício da modularidade é o uso de interfaces genéricas para plug-ins. Uma única interface pode ser desenvolvida para permitir que módulos novos e antigos possam sem integrados em aplicativos pré-existentes, sem qualquer modificação no próprio aplicativo. Este conceito de extensibilidade dinâmica é levado ao extremos com o ActiveX.

Com todos estes benefícios, vem também um problema significante, conhecido como "Inferno de DLLs", que ocorre quando vários aplicativos entram em conflito sobre qual versão de uma biblioteca deve ser utilizada. Estes conflitos podem ser resolvidos facilmente se forem colocadas as diferentes versões da DLL em conflito dentro das pastas dos aplicativos, em vez de uma pasta para todo o sistema; entretanto, essa solução anula a economia conseguida com o uso dessas bibliotecas. Atualmente o framework Microsoft .NET é apontado como uma solução para o problema do Inferno de DLLs ao permitir a coexistência de diferentes versões de uma mesma biblioteca. Com a quantidade de espaço em disco dos computadores atuais, esta pode ser uma abordagem razoável.
Gerenciamento de memória

Nos sistemas Win32, os arquivos DLL são organizados em seções. Cada seção tem seu próprio conjunto de atributos, como pode ser escrito ou somente-leitura, executável (para código) ou não-executável (para dados) e outros.

O código em uma DLL geralmente é compartilhado entre todos os processos que a utilizam; isto é, ela ocupa um espaço único na memória física, não ocupando espaço no arquivo de paginação. Se a memória física ocupada por uma seção de código for solicitado, seu conteúdo é descartado e mais tarde é recarregado diretamente do arquivo DLL quando necessário.

Ao contrário das seções de código, as seções de dados em geral são privadas, ou seja, cada processo que utiliza a DLL tem sua própria cópia de todos os dados da mesma. Opcionalmente as seções de dados podem ser compartilhadas, permitindo a comunicação entre os processos, através desta área de memória compartilhada. Entretanto, devido ao fato das restrições de usuários não serem aplicadas ao uso da memória das DLL compartilhadas, existe o risco de uma falha de segurança; por exemplo, um processo rodando sob uma conta de visitante, pode assim corromper outro processo que esteja rodando sob uma conta com privilégios. Este é um importante motivo para se evitar ao máximo o uso destas seções compartilhadas em DLL.

Se uma DLL é comprimida utilizando determinados empacotadores de executáveis (exemplo: UPX), todas as suas seções de código são marcadas com escrita-e-leitura, e serão não-compartilhadas. Seções de código com marcados com escrita-e-leitura, bem como seções privadas de dados, são privadas para cada processo. Desta forma, a compressão de DLL aumenta o consumo de memória e deve ser evitado quando estas contém seções de dados compartilhadas.

Fonte: Mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/DLL

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