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FotoParecis Conselheiro

Qual a diferença entre "ATA" e "SATA" ?

4 em 9/11/2009 às 21:28h

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Respostas

Mostrando de 1 a 12 de 12 respostas encontradas (0.027 segundos)

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2Firefox Kyuubi em 9/11/2009 às 21:35h

No nome ATA não tem "S" enquanto o SATA tem.
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Zoeira, vou pesquisar no google pra responder a
sua pergunta de forma melhor só pra não ser
"indiota" de colocar essa resposta besta.
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Basicamente é******ATA, ou seja os dados são tranferidos na forma******por um cabo com quatro fios, corrijam-me se estiver enganado, diferente do PATA que transfere dados em paralelo.

A principais vantagens são:
Não sofre interferência magnética, podento trabalhar em freqüências superiores;
O cabo ocupa pouco espaço;
É bastante fexível;
Permite maior circulação de ar dentro do gabinete;
Existe uma implementação SCSI, mais especificamente S.A.S, que permite que HDs SATA sejam conectados diretamente nas boards com S.A.S.

As principais desvantagens são:
Tecnologia nova, precisa de driver específico na instalação;
O windows as vezes não reconhece;
As mother boards antigas não são compatíveis;

Nos benchs que vi na net, o SATA teve vantagem sobre UltraATA 100, porém não vi nenhum teste comparativo entre SATA e UltraATA 133

Fonte: http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=91000

CrazyMentor
1Crazy em 9/11/2009 às 21:35h

ATA, um acrónimo para a expressão inglesa Advanced Technology Attachment, é um padrão para interligar dispositivos de armazenamento, como discos rígidos e drives de CD-ROMs, no interior de computadores pessoais.

Serial ATA, SATA ou S-ATA (acrônimo para Advanced Technology Attachment) é uma tecnologia de transferência de dados entre um computador e dispositivos de armazenamento em massa (mass storage devices) como unidades de disco rígido e drives ópticos.

Fonte: Wikipédia

1Gustavo Grotti em 9/11/2009 às 21:35h

Na pratica a diferença do sata para o ata, não é tão grande nao...

Teoricamente o sata transfere 150 mb/s e o ata 133 transfere 133mb/s

A grande vantagem do sata, é o seu cabo, que é fino e ajuda na ventilação.

1Corinto Filho em 9/11/2009 às 21:32h

ATA e um pouco mais lento que o SATA sendo que essa diferença não e muito percepitivel então o que muda apenas é a velocidade

0Desativado desde 2009 em 9/11/2009 às 21:38h

ATA, um acrónimo para a expressão inglesa Advanced Technology Attachment, é um padrão para interligar dispositivos de armazenamento, como discos rígidos e drives de CD-ROMs, no interior de computadores pessoais. A evolução do padrão fez com que se reunissem em si várias tecnologias antecessoras, como:

* (E)IDE - (Extended) Integrated Drive Electronics
* ATAPI - Advanced Technology Attachment Packet Interface
* UDMA - Ultra DMA

Com a introdução do******ATA em 2003, o padrão ATA original foi retroactivamente renomeado para Parallel ATA (ATA Paralelo, ou PATA).

Este padrão apenas suporta cabos até 19 polegadas (450 mm), embora possam ser adquiridos cabos de maior comprimento, e é a forma menos dispendiosa e mais comum para este efeito.

Serial ATA, SATA ou S-ATA (acrônimo para******Advanced Technology Attachment) é uma tecnologia de transferência de dados entre um computador e dispositivos de armazenamento em massa (mass storage devices) como unidades de disco rígido e drives ópticos.

É o sucessor da tecnologia ATA (acrônimo de Advanced Technology Attachment também conhecido como IDE ou Integrated Drive Electronics) que foi renomeada para PATA (Parallel ATA) para se diferenciar de SATA.

Diferentemente dos discos rígidos IDE, que transmitem os dados através de cabos de quarenta ou oitenta fios paralelos, o que resulta num cabo enorme, os discos rígidos SATA transferem os dados em série. Os cabos******ATA são formados por dois pares de fios (um par para transmissão e outro par para recepção) usando transmissão diferencial, e mais três fios terra, totalizando 7 fios,[1] o que permite usar cabos com menor diâmetro que não interferem na ventilação do gabinete.

As principais vantagens sobre a interface parallel ATA são: maior rapidez em transferir os dados, possibilidade de remover ou acrescentar dispositivos enquanto em operação (hot swapping) e utilização de cabos mais finos que permitem o resfriamento de ar de forma mais eficiente.

Designado como um sucessor para o padrão ATA (Advanced Technology Attachment), o qual eventualmente se espera substituir a tecnologia mais antiga, retroativamente com o nome (Parallel ATA ou PATA), os quais se denominam adaptadores e dispositivos do******ATA de comunicação de alta velocidade, ao longo de um******cable.

Fonte: Wikipédia.

Emerson LimaDescolado
0Emerson Lima em 9/11/2009 às 21:56h

ATA ou paralelo ATA(PATA) é uma tecnologia em que a transferência de dados se da através pulsos elétricos "a grosso modo dizendo" um ao lado do outro a desvantagem dessa tecnologia e que dessa forma havia interferência na transmissão já que era vários pulsos de uma só vez,e sem falar no cabo mais grosso. Já na (SATA) a transmissão é dada numa série de pulsos um atrás do outro,um acelerador da conta de fazer a transmissão mais rápida mesmo sendo um por um. a vantagem além da rapidez é que eliminou as transferência

Lívia CabralEspecialista
0Lívia Cabral em 9/11/2009 às 22:09h

ATA - é um modelo mais antigo,já nada ultilizado,e lento
SATA - seria o mais novo,mais usado,e bem mais rapido.
É como AGP x PCI.
Pensando é claro como uma comparação.

Arindo S. JuniorConselheiro
0Arindo S. Junior em 10/11/2009 às 00:14h

O sistema ATA é o antigo IDE que usa aquela fita como modo de conexão com a placa mãe, ele é mais lento, o SATA é o sistema mais novo usa um cabo como conexão que ocupa menos espaço sobrando lugar para a ventilação passar e costuma ser duas vezes mais rápido na transferência de dados.

Mateus RJMentor
0Mateus RJ em 10/11/2009 às 14:47h

ATA, um acrónimo para a expressão inglesa Advanced Technology Attachment, é um padrão para interligar dispositivos de armazenamento, como discos rígidos e drives de CD-ROMs, no interior de computadores pessoais. A evolução do padrão fez com que se reunissem em si várias tecnologias antecessoras.

Serial ATA, SATA ou S-ATA (acrônimo para******Advanced Technology Attachment) é uma tecnologia de transferência de dados entre um computador e dispositivos de armazenamento em massa (mass storage devices) como unidades de disco rígido e drives ópticos.

É o sucessor da tecnologia ATA (acrônimo de Advanced Technology Attachment também conhecido como IDE ou Integrated Drive Electronics) que foi renomeada para PATA (Parallel ATA) para se diferenciar de SATA.

RodrigoAprendiz
0Rodrigo em 10/11/2009 às 18:41h

As principais diferenças são as taxas de transferências ou velocidade de trabalho,tem gente ali em cima que não sabe o que fala,e disse que um HD SATA tem taxa de transferencia de 150 MB/S.

Taxa de transf. PATA= 133 MB/S
Taxa de transf. SATA= 600 MB/S

0wanderson lopes em 12/11/2009 às 20:27h

Serial ATA ou simplesmente SATA é o padrão de discos rígidos criado para substituir os discos ATA, também conhecidos como IDE. A taxa de transferência máxima teórica de um disco******ATA é de 150 MB/s ou 300 MB/s, contra os 133 MB/s de um disco rígido IDE. Neste tutorial explicaremos tudo o que você precisa saber sobre o padrão******ATA.

A porta IDE tradicional (agora chamada “Parallel ATA”, IDE paralela ou simplesmente PATA) transfere dados de forma paralela. A vantagem da transmissão paralela é que ela é mais rápida do que a transmissão em série, pois transmite vários bits por vez. Sua grande desvantagem, porém, é em relação ao ruído. Como terão de existir muitos fios (pelo menos um para cada bit a ser transmitido por vez), um fio gera interferência no outro. É por esse motivo que os discos rígidos ATA-66 e superiores precisam de um cabo especial, de 80 vias. A diferença entre esse cabo de 80 vias e o cabo IDE comum de 40 vias é que ele possui um fio de terra entre cada fio original, funcionando como uma blindagem contra interferências. Em nosso tutorial Tudo que você precisa saber sobre discos rígidos ATA-66, ATA-100 e ATA-133 abordamos em mais profundidade este assunto. Atualmente a taxa de transferência máxima que temos no padrão IDE é de 133 MB/s (ATA-133).

No******ATA, por outro lado, a transmissão dos dados é feita de modo serial, ou seja, transmitindo um bit por vez. A maioria das pessoas pensa que a transmissão******é mais lenta que a transmissão em paralelo. Acontece que isto só é verdade se compararmos os dois tipos de transmissão usando a mesma taxa de clock. Neste caso a transmissão paralela será pelo menos oito vezes mais rápida, já que pelo menos oito bits (um byte) serão transmitidos por pulso de clock, enquanto que na transmissão******apenas um bit será transmitido por pulso de clock. No entanto, se um clock maior for usado na transmissão serial, ela pode ser mais rápida do que a transmissão paralela. Isto é exatamente o que acontece com o******ATA.

O problema em aumentar a taxa de transferência na transmissão paralela é ter que aumentar o clock, já que quanto maior o clock maiores são os problemas relacionados à interferência eletromagnética. Como a transmissão******utiliza apenas um fio para transmitir os dados, ela sofre menos com problemas de ruído o que permite obter clocks elevados, resultando em uma taxa de transferência maior.

A taxa de transferência do padrão******ATA é de 1.500 Mbps. Como este padrão utiliza o esquema de codificação 8B/10B (o mesmo esquema de codificação usado nas redes Fast Ethernet) – onde cada grupo de oito bits é codificado em um sinal de 10 bits – sua taxa de transferência efetiva é de 150 MB/s. Dispositivos******ATA trabalhando nesta velocidade são também conhecidos como SATA-150. O padrão******ATA II traz novos recursos como a tecnologia Native Command Queuing (NCQ), além oferecer a taxa de transferência de 300 MB/s, o dobro do padrão SATA original. Dispositivos que podem trabalhar nesta velocidade são também conhecidos como SATA-300. O próximo padrão a ser lançado será o SATA-600.

É importante notar que o SATA II e SATA-300 não são sinônimos. Você pode construir um dispositivo que trabalhe apenas a 150 MB/s mas que use pelo menos um dos novos recursos oferecido pelo padrão SATA II, como o NCQ. Este seria um dispositivo SATA II, apesar de não trabalhar a 300 MB/s.

A tecnologia Native Command Queuing (NCQ) aumenta o desempenho do disco rígido reordenando os comandos de leitura enviados pelo computador. Clique aqui para saber mais sobre esta tecnologia. Em resumo, se sua placa-mãe tem portas SATA II com suporte a tecnologia NCQ, compre um disco rígido que também tenha suporte a esta tecnologia.

É também muito importante notar que o******ATA implementa dois caminhos de dados separados, um para a transmissão e outro para recepção dos dados. Na transmissão paralela apenas um caminho é usado, que é compartilhado tanto para transmissão quanto para recepção. O cabo******ATA é formado por dois pares de fios (um para transmissão e outro para recepção) usando transmissão diferencial (clique aqui para aprender como a transmissão diferencial funciona). Além dos fios de transmissão e recepção, três fios terra são utilizados. O cabo******ATA usa, portanto, sete fios.

Outra vantagem da utilização da transmissão******é que poucos fios são necessários no cabo. Portas IDE tradicionais utilizam um conector de 40 pinos e um cabo de 80 vias. As portas******ATA utilizam um conector de sete pinos e um cabo com sete fios. Isto ajuda e muito no fluxo de ar dentro do micro, já que cabos mais finos não obstruem a passagem do ar.

Nas figuras abaixo você pode comparar o padrão******ATA ao padrão IDE paralelo: como o cabo******ATA se parece, o seu tamanho em comparação ao cabo IDE de 80 vias e o aspecto físico da porta******ATA (em vermelho na Figura 3) em relação a porta IDE (em verde limão na Figura 3).


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Figura 1: Cabo******ATA.


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Figura 2: Comparação entre um cabo******ATA e um cabo IDE de 80 vias.


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Figura 3: Portas******ATA (em vermelho) e portas IDE paralelas (em verde limão).
A instalação de dispositivos******ATA difere um pouco da instalação de dispositivos IDE convencionais, já que o******ATA é uma conexão ponto-a-ponto, ou seja, você pode conectar apenas um dispositivo por porta (as portas IDE permitem a instalação de dois dispositivos por porta usando a configuração master/slave). Portanto, a instalação de um dispositivo******ATA é mais fácil do que a instalação de um dispositivo IDE: conecte uma ponta do cabo na porta******ATA (normalmente localizada na placa-mãe) e encaixe a outra ponta no dispositivo que você deseja conectar (um disco rígido, por exemplo). Como este conector tem um chanfro, a instalação não pode ser feita de maneira errada.

O padrão******ATA também define um novo tipo de conector de alimentação de 15 pinos. Este conector tornou-se padrão a partir da especificação ATX 1.3. Portanto, se o seu micro tem uma fonte de alimentação ATX 1.3 ou superior, ela terá este conector. Apesar de um conector de 15 pinos ser usado, esta conexão usa apenas cinco fios (um de +12 V, um de +5 V, um de +3,3V e dois fios terra).

Alguns discos******ATA ainda utilizam o antigo conector de alimentação de 4 pinos, que deve ser usado caso você esteja instalando o seu disco rígido em um micro com uma fonte de alimentação inferior a especificação ATX 1.3. Você deve usar este conector apenas se sua fonte de alimentação não tiver cabo de alimentação******ATA.

Discos rígidos SATA-300 podem ter um jumper de configuração para forçá-lo a trabalhar como se fosse um disco SATA-150. O problema é que este jumper vem instalado na posição SATA-150, limitando o desempenho do disco caso ele seja instalado em uma placa-mãe com portas SATA-300. A correta configuração deste jumper é muito importante e a descreveremos em detalhes na próxima página.

A instalação de um disco rígido SATA é, portanto, muito simples: remova ou mude a posição do jumper SATA-150/300 (caso o seu disco possua este jumper; falaremos mais sobre configuração deste jumper na próxima página), conecte o cabo de dados******ATA e o cabo de alimentação com o seu micro desligado. Isto é tudo o que você precisa fazer.


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Figura 4: Conectores encontrados em um disco rígido SATA.


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Figura 5: Conectores de alimentação******ATA encontrados em uma fonte de alimentação ATX revisão 1.3 ou superior.


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Figura 6: Disco rígido SATA conectado à placa-mãe.


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Figura 7: Disco rígido padrão IDE “convertido” para******ATA através da instalação de um adaptador.
Jumper SATA-150/SATA-300
Como alguns discos rígidos SATA-300 não funcionam corretamente em placas-mãe com portas SATA-150, alguns deles têm um jumper SATA-150/SATA-300 (também conhecido como jumper 1,5 Gbps/3 Gbps). O problema é que por padrão este jumper é configurado na posição “SATA-150”, limitando assim o desempenho do disco rígido caso ele seja instalado em uma placa-mãe com portas SATA-300. Nós mostraremos a você o impacto no desempenho causado pela configuração errônea de um disco SATA-300 mais adiante.

Portanto antes de instalar um disco rígido SATA-300 você deve verificar se ele tem um jumper SATA-150/SATA-300 e se este jumper está configurado na posição correta: caso você tenha uma placa-mãe antiga com portas SATA-150 você deve manter este jumper na posição SATA-150, mas se sua placa-mãe tem portas SATA-300 – como ocorre com praticamente todas as placas-mãe presentes no mercado hoje – você deve movê-lo para a posição “SATA-300”. Esta informação pode ser normalmente encontrada na etiqueta do disco rígido, como mostrado na Figura 8.


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Figura 8: Detalhe da etiqueta de um disco rígido explicando sobre o jumper SATA-150/SATA-300.

Este disco rígido em particular (um Seagate Barracuda 7200.10 160 GB) vem com um jumper limitando o desempenho do disco em 150 MB/s (1,5 Gbps), veja na Figura 9. Para fazer com que ele trabalhe adequadamente como um dispositivo SATA-300 precisamos remover este jumper (veja o diagrama na Figura 8). Neste caso o jumper pode ser removido com uma pequena chave de fendas, um pequeno alicate ou pinça. Note que dependendo do modelo do disco rígido você poderá mover a posição deste jumper em vez de removê-lo. Portanto é muito importante que você preste atenção no que está escrito na etiqueta do seu disco rígido.


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Figura 9: Disco rígido com seu jumper SATA-150/SATA-300 na posição “SATA-150”.

Qual é o impacto no desempenho de um disco rígido SATA-300 configurado erroneamente? Nós fizemos alguns testes para verificarmos isto. Nós medimos a taxa de transferência do nosso Seagate Barracuda 7200.10 de 160 GB com três programas diferentes: SpeedDisk32, HD Tach e HD Tune. Começamos o teste com o jumper em sua configuração padrão (“SATA-150”) e depois o removemos, o que fez com que o disco trabalhasse realmente como um dispositivo SATA-300. Você pode ver os resultados abaixo (clique aqui para uma descrição completa da configuração que usamos nesse teste).

Como você pode ver os resultados nos três programas mostram a mesma coisa. Embora as taxas de transferências máxima, média e mínima tenham permanecido as mesmas, com o jumper na posição SATA-300 a taxa de transferência de pico aumentou entre 60% e 69%.

Em resumo, não se esqueça de verificar a existência e a correta configuração deste jumper quando for instalar discos rígidos SATA-300!
Multiplicador de Porta
O multiplicador de porta (port multiplier) é um dispositivo que permite que você instale até 15 dispositivos******ATA em uma única porta SATA.

O multiplicador de porta tem várias aplicações, como permitir um usuário doméstico instalar mais de um disco rígido em uma porta SATA e permitir montar um rack de armazenamento usando poucos cabos.

Com o******ATA é fácil conectar discos rígidos externos ao micro mantendo uma alta taxa de transferência por causa do cabo utilizado (que é mais fino do que o tradicional cabo de 80 vias). Mas se precisarmos instalar um rack contendo 16 discos rígidos a um servidor, 16 cabos******ATA sairão do rack para o servidor, e o servidor deverá ter 16 portas SATA. Ilustramos esta idéia na Figura 10.


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Figura 10: Conectando 16 discos rígidos SATA a um servidor.

Usando o multiplicador de porta é possível conectar os discos rígidos usando menos cabos. Por exemplo, um multiplicador de porta conectado a uma porta SATA permite a você conectar até 15 discos rígidos e você precisaria apenas de um cabo para conectar o rack ao servidor.

Mas neste caso existe um grande problema de desempenho. Se uma porta SATA-150 for usada, a taxa de transferência de 150 MB/s será dividida entre os 15 dispositivos, criando um grande gargalo.

Para resolver este problema uma outra solução pode ser usada. Em vez de usar apenas um chip multiplicador de porta, você poderia usar quatro, conectando o rack ao servidor através de quatro cabos (em vez de 16). A taxa de transferência máxima entre o servidor e o rack seria de 600 MB/s (4 x 150 MB/s) se portas SATA-150 fossem usadas ou de 1.200 MB/s (4 x 300 MB/s) caso portas SAT-300 fossem usadas. Dentro do rack, você poderia instalar até 60 discos rígido (15 x 4), mas para obter um melhor desempenho você deve instalar quatro discos rígidos em cada chip multiplicador de porta, o que daria os seus 16 discos rígidos. Ilustramos esta idéia na Figura 11. “PM” (Port Multiplier) é o chip multiplicador de portas.


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Figura 11: Conectando um servidor a 16 discos rígidos usando multiplicadores de porta.


Pinagem
Nas tabelas abaixo listamos a pinagem dos cabos de dados e de alimentação******ATA. Como mencionamos anteriormente, o******ATA utiliza dois canais de dados separados, chamados A e B, usando transmissão de dados diferencial, por isso os sinais de + e -. Nos fios marcados com sinal de menos o dado é uma cópia invertida do que está sendo transmitido no fio correspondente com sinal de mais. Clique aqui para saber mais como funciona a transmissão de dados diferencial.

Conector de Dados******ATA

Pino
Função

1
Terra

2
A+

3
A-

4
Terra

5
B-

6
B+

7
Terra


Conector de Alimentação******ATA

Pino Função
1 +3,3 V
2 +3,3 V
3 +3,3 V
4 Terra
5 Terra
6 Terra
7 +5 V
8 +5 V
9 +5 V
10 Terra
11 Reservado/Terra
12 Terra
13 +12 V
14 +12 V
15 +12 V

Fonte: http://www.clubedohardware.com.br/artigos/564/5

AlexMentor
0Alex em 14/11/2009 às 20:08h

veja este artigo
http://www.baixaki.com.br/info/2580-quais-as-diferencas-entre-ide-sata-e-sata-ii-.htm

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