Exército dos EUA terá armadura inspirada em "Homem de Ferro"

Protótipo está sendo criado no MIT, mas não deve fazer soldados voarem
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Por Leonardo Müller em 10 de Outubro de 2013

Exército dos EUA terá armadura inspirada em Armadura ainda não tem cara de traje voador supertecnológico. (Fonte da imagem: Reprodução/US Army)

A armadura de Tony Stark em “O Homem de Ferro” está finalmente se tornando realidade, ou quase isso. O exército dos EUA encomendou uma espécie de uniforme super-resistente e cheio de funções computadorizadas para seus soldados que está sendo desenvolvido no MIT — Massachusetts Institute of Technology. O equipamento deve dar novas capacidades sobre-humanas a quem o estiver utilizando, mas, a princípio, não poderá fazer ninguém voar por ai, muito menos disparar explosões de energia com as mãos.

Mesmo sendo comparado ao famoso traje do personagem dos quadrinhos e do cinema, a armadura do exército norte-americano ainda está em um estágio bastante preliminar. Como você vê nas imagens, tudo ainda não passa de um monte de cabos sendo carregados por um pobre soldado. Mesmo assim, segundo o MIT, a carcaça do aparelho, que deve vir para cobrir tudo isso, será feita com um material líquido que, quando submetido a uma corrente elétrica ou a um campo magnético, fica sólido em milissegundos.

Exército dos EUA terá armadura inspirada em Equipamento deve proteger e dar suporte vital a soldados. (Fonte da imagem: Reprodução/US Army)

De acordo com a assessoria de imprensa das forças armadas daquele país, quando pronta, essa armadura será capaz de colocar um soldado em meio a fogo cruzado sem que ele sofra qualquer dano.

O traje ainda terá um sistema computadorizado que ficará preso ao corpo da pessoa que o utilizar, servindo como um computador de bordo, oferecendo comunicação e algumas informações importantes. Será possível ainda utilizar visão noturna, monitorar sinais vitais e também conseguir fornecimento de oxigênio e calor a partir do equipamento.

Não se fala ainda em autonomia do aparelho ou quando ele poderia entrar em operação no exército daquele país.

Fonte: US Army, The Verge



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