Um processo judicial foi iniciado nos EUA contra Palmer Luckey, cofundador da Oculus — empresa responsável pela criação do Oculus Rift — por ele ter supostamente utilizado conhecimento técnico de outra empresa na criação do aparelho de realidade virtual.

A empresa em questão se chama Total Recall Technologies, que contratou Luckey em 2011 para aperfeiçoar o design de um display que seria usado na cabeça, quase como o Rift. Na época, ele assinou um contrato de sigilo para não disseminar as informações que receberia em seguida.

O processo teria acabado de começar a correr em um tribunal no estado da Califórnia, mas ainda não foram revelados detalhes do pedido da Total Recal. Basicamente, não foi divulgado se a empresa quer uma indenização ou pretende cobrar royalties sobre a venda de cada Oculus VR.

Venda multibilionária

À Reuters, Luckey disse que essa investida contra ele e a Oculus é uma “tentativa descarada de conseguir uma parte do dinheiro da venda multibilionária da Oculus para o Facebook”. O processo ainda tentava acusar Luckey de fraude e outros crimes, mas uma audiência preliminar permitiu continuar em frente apenas a parte que trata de quebra de contrato.

O Facebook, atual dono da Oculus, ainda não se pronunciou sobre o assunto, e, pelo que parece, a investida da Total Recal ainda não está mirando a rede social.

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