A indústria fonográfica está vendo sua fonte de lucros mudar drasticamente nos últimos anos. Enquanto a venda de mídias físicas não parava de cair, as receitas com música digital cresciam muito lentamente. Contudo, em 2014, os downloads pagos e as assinaturas de streaming de música superam em geração de recita a venda de CDs e outras mídias físicas pela primeira vez na história.

O grande responsável por esse crescimento é o setor de música por assinatura, que tem nomes como Spotify, Deezer, Google Play Music e outros impulsionando os lucros da indústria fonográfica.

De 2013 para 2014

Em comparação, o mercado da música digital arrecadou globalmente US$ 6,85 bilhões, tendo crescido no ano passado 7%. A música em mídias físicas rendeu US$ 6,82 bilhões, o que representa uma queda de 8% em relação a 2013. No geral, o mercado da música conseguiu US$ 14,97 bilhões em 2014, o que é 0,4% a menos que em 2013. Em 1999, entretanto, no auge dos lucros, a arrecadação foi de US$ 40 bilhões.

É interessante notar que o crescimento dos serviços de assinatura de música é muito significativo em países como a Suécia, Coreia do Sul e Noruega. Nesses países, o mercado de música digital já representa cerca de 90% do total. O grande destaque desse crescimento é o Spotify, que faturou US$ 1,57 bilhão no ano passado, tendo crescido suas receitas em 40% no período.