As fabricantes de placas de vídeo costumam atualizar suas placas de vídeo frequentemente, entregando novos sistemas de refrigeração, componentes de melhor qualidade e até mesmo softwares que garantam melhores resultados.

Não é por acaso que temos um mesmo processador gráfico equipando múltiplas versões de placas supostamente similares. A GIGABYTE é uma das marcas que mais apostam nesse sentido, entregando configurações levemente diferentes para atender aos diferentes tipos de consumidor.

A fabricante já ficou conhecida com sua linha de placas Gaming G1, mas agora ela chega com uma nova aposta: a linha Xtreme Gaming. A GTX 970 Xtreme Gaming conta com design arrojado, overclock de fábrica e sistema de refrigeração robusto. Será que ela consegue passar as rivais e ainda atrair o jogador com um bom preço?

Especificações

Design de primeira qualidade

Como de costume, começamos falando da parte visual do produto, e nesse aspecto a GTX 970 Xtreme Gaming dá show em muita placa por aí. O design dela é simplesmente perfeito, sendo que notamos as boas ideias da fabricante ao combinar a carcaça com os coolers e demais componentes em uma placa compacta.

As ventoinhas ocupam bem o espaço, com pouca distância entre elas e altura diminuída, garantindo melhor acomodação no gabinete. A carcaça na cor preta e o acabamento em tons de prata formam um conjunto que combina perfeitamente.

Na parte de trás, o backplate deixa o visual mais arrojado e ainda protege os componentes eletrônicos. O espaço para os conectores de energia (são necessários dois de 8 pinos) e para configurações em SLI ficam nos locais comuns, facilitando a instalação da placa.

Bom, todo o design do produto chama atenção, mas a placa fica ainda mais atraente quando conectamos o componente ao PCI-Express. Ela tem sistema de iluminação RGB para ninguém botar defeito e dá para configurá-la para reproduzir qualquer cor, deixar em modo aleatório, usar modo de respiro, modo flash ou desligar. A GIGABYTE caprichou mesmo!

Alguns descuidos, mas nada comprometedor

O capricho na concepção do design da GIGABYTE GTX 970 Xtreme Gaming é notável (não temos nada a argumentar contra o visual), mas não podemos dizer a mesma coisa quanto aos cuidados na montagem do produto. Algumas críticas pontuais são necessárias nesse sentido.

Fica bem evidente que faltou algum refinamento na hora de projetar a inserção dos heatpipes e também dos cabos. Os heatpipes abaixo do dissipador estão desalinhados, e os cabos das ventoinhas são encaixados “na gambiarra”. Além disso, alguns filetes de metal do dissipador estavam tortos (alguns por culpa dos cabos que foram forçados).

Ainda que esses descuidos no visual não atrapalhem no desempenho, considerando que estamos tratando de uma placa top de linha nesta categoria, esperávamos o máximo de esmero na composição do design do produto. Colocar uma carcaça plástica maior para esconder os cabos e apostar em recortes mais precisos resolveriam o problema facilmente.

Sistema de refrigeração WINDFORCE

Quando falamos em placas de alto desempenho, uma das maiores dificuldades é conseguir refrigerar os componentes ocupando pouco espaço, já que as temperaturas elevadas do chip gráfico e das memórias exigem dissipadores maiores e ventoinhas de tamanho avantajado.

As placas de vídeo mais recentes já trazem dois ou até três coolers para dar conta do recado. Isso não chega a ser um problema do ponto de vista funcional, já que tais itens costumam ser silenciosos, mas alguns inconvenientes aparecem quando o jogador tenta combinar múltiplas placas de vídeo.

Pensando nisso, a GIGABYTE desenvolveu o sistema WINDFORCE 3X, que refrigera a GTX 970 Xtreme Gaming ocupando menos de dois slots. Equipado com seis heatpipes de cobre, essa tecnologia garante a retirada do calor de forma imediata e possibilita o trabalho constante com overclocking.

Vale notar que as ventoinhas trazem um design exclusivo, que conta com aletas projetadas para melhorar o fluxo de ar, evitando também a produção de ruídos excessivos e garantindo um trabalho mais tranquilo. As curvaturas perfeitamente desenhadas nas pás servem para melhorar o direcionamento do ar e evitar turbulências. Um show de tecnologia!

Arquitetura Maxwell GM204

A arquitetura Maxwell já é conhecida de longa data, mas os componentes da série GM204, que equipam as placas da série GTX 970, se destacam pela excelente eficiência. Os chips apresentados no ano passado já entregavam performance absurda, porém, com o passar do tempo, as fabricantes puderam extrair recursos adicionais para os games mais recentes.

O GM204 é organizado da seguinte maneira: são 4 clusters de processamento gráfico, 16 processadores de stream (SMM) e os controladores de memória. O segredo do desempenho do Maxwell está na organização dos SMMs. Cada cluster vem com um rasterizador dedicado, além de quatro SMM, o que dá 2.048 núcleos CUDA e 128 unidades de textura.

Os pares de blocos de processamento agora compartilham quatro unidades de textura e cache de textura. O cache L1 também foi combinado com a função de cache de textura. A memória é dividida em 4 controladores de 64 bits, o que totaliza 256 bits. Temos ainda 16 unidades ROPs e o cache L2 de 512 KB. Com isso, o chip completo tem 64 ROPs e até 2.048 KB de cache L2.

O Maxwell vem com uma lógica de processamento aprimorada. O número de redundâncias internas na transferência dos dados é reduzido, algo que também causa impacto no consumo energético. Cada SMM é dividido em quatro blocos de processamento separados e conta com seu próprio buffer de instrução e 32 núcleos CUDA.

Essa nova concepção garante que cada SMM seja significativamente menor, mesmo sendo capaz de entregar até 90% do desempenho de uma unidade SM presente na arquitetura Kepler. Essa área menor permite que mais SMMs sejam implementados dentro de uma única GPU. Isso garante 25% a mais de pico de textura, 1,7 vez mais núcleos CUDA e cerca de 2,3 vezes mais desempenho de shader.

DirectX 12

A grande novidade dos games de PC para o final deste ano é o DirectX 12. A nova API gráfica da Microsoft promete um salto em termos de desempenho e aproveitamento dos recursos do sistema, e a GeForce GTX 970 já conta com suporte total a essa tecnologia, mesmo que ainda não tenhamos jogos comerciais disponíveis para testes.

Apesar de a maioria das GPUs modernas da NVIDIA já ser compatível com o DX12, a série GM200 conta com recursos do DX12.1, como o Volume Tiled Resources, que ajuda os desenvolvedores a criar gráficos mais detalhados com um consumo muito menor de memória.

Efeitos como fluidos, fumaça e fogo agora podem ser desenvolvidos de forma mais eficiente que antes, consumindo muito menos recursos do sistema.

DSR – Dynamic Super Resolution

A super-resolução dinâmica não é exatamente uma novidade. Existem diversas ferramentas não oficiais que podem fazer downsampling nas imagens, mas nada se iguala ao suporte oficial por parte do fabricante.

O que o DSR pode fazer é aumentar a qualidade das imagens. Para entender como ele funciona, pense em um monitor Full HD. Agora, imagine uma imagem em resolução inferior à do monitor. Para preencher toda a tela, a imagem precisará ser esticada, deixando as imperfeições mais aparentes.

O downsampling faz o processo inverso, ou seja, ele comprime uma imagem grande para que ela possa ser exibida em um monitor com resolução menor que a da imagem gerada, eliminando quase completamente as imperfeições. Isso é útil para quem pretende rodar jogos com qualidade 4K em monitores Full HD.

A compatibilidade é garantida pelo GeForce Experience, que configura os jogos e todos os detalhes para que você não precise se preocupar com nada. Basta selecionar o game desejado e mudar a resolução. A GIGABYTE GeForce GTX 970 é adequada para tal tecnologia, já que apresenta alguns bons resultados na resolução 4K, sendo ideal para o uso do DSR.

MFAA

O MSAA ou Multi Sampling Anti-aliasing é o método antisserrilhados mais comum hoje em dia. Essa técnica oferece um ótimo resultado visual, mas pode pesar um pouco em resoluções mais altas — principalmente em um hardware menos potente.

Para tentar resolver um pouco essa situação, a NVIDIA está trazendo o MFAA, que pode oferecer a mesma qualidade visual do MSAA, mas não pesa tanto na hora do processamento. Para fazer isso, o sistema aplica dois tipos diferentes de AA na imagem. Em seguida, as duas são mescladas para garantir um efeito próximo ao do MSAA, mas com uma penalidade menor no desempenho.

Outros recursos NVIDIA

Essa placa de vídeo também possui todos os recursos exclusivos desenvolvidos pela NVIDIA. Entre eles está o PhysX, um sistema que realiza os cálculos de física para trazer aos jogos efeitos mais realistas. Roupas, partículas e iluminação podem ficar muito mais detalhadas com o PhysX ativado.

Junto dele estão recursos avançados de antialiasing, como o FXAA e o TXAA, capazes de garantir uma ótima qualidade visual sem comprometer muito o desempenho do sistema como um todo. O Adaptive V-Sync sincroniza as imagens com a frequência da tela para garantir a fluidez nas animações sempre que a placa tiver poder de sobra. O efeito é ativado e desativado em tempo real para garantir um bom equilíbrio entre desempenho e qualidade visual.

O G-Sync foi apresentado há algum tempo pela NVIDIA. Essa nova tecnologia vem para substituir o V-Sync e acabar com o screen tearing e o input lag, problemas visuais que atrapalham na hora da diversão.

A proposta do G-Sync é aproximar a taxa de renderização da GPU e do monitor, eliminando completamente os problemas de exibição de imagem. Quem já testou afirma que é difícil voltar para o modelo anterior, tamanho é o benefício proporcionado pela nova tecnologia.

Realidade virtual na GeForce GTX

A realidade virtual não é mais um sonho e está cada dia mais perto do nosso dia a dia. Inúmeras empresas já embarcaram no setor desenvolvendo alternativas viáveis para os jogadores, lideradas pela Oculus VR, que deve trazer para o mercado a versão comercial do Rift ainda neste ano.

Para ajudar a melhorar as experiências com a realidade virtual, a NVIDIA está trabalhando ao lado dos fabricantes para diminuir alguns problemas, como a latência das imagens exibidas na tela. Esse fator está ligado diretamente ao motion sickness, que é um dos principais problemas da realidade virtual atualmente.

Para melhorar esse cenário, a NVIDIA traz o VR Direct, que oferece o recurso Asynchronous Time Warp. Nesse sistema, a última cena renderizada pela GPU é alterada com base na informação mais recente da posição da cabeça a partir do sensor VR.

Isso economiza tempo (e diminui a latência), já que a GPU não precisa recriar toda a cena do zero. A NVIDIA oferece suporte no nível de driver para definir a prioridade do contexto, permitindo que os desenvolvedores implementem o recurso em seus games e aplicativos.

Gameworks VR

Outra iniciativa importante da NVIDIA é o Gameworks VR. Esta novidade visa unir software e hardware de forma completa, trazendo resultados ainda melhores para o mundo da realidade virtual nos jogos.

A tecnologia conta com recursos como o NVIDIA Multi-res Shading, uma técnica que renderiza as imagens já no formato fisheye (utilizado pelos óculos de realidade virtual) em vez de fazer uma simples conversão.

Segundo a empresa, essa técnica pode melhorar a eficiência de pixel shader em até duas vezes em relação às técnicas tradicionais. É uma novidade que é pouca utilizada atualmente, mas que certamente terá grande utilidade quando os produtos com VR chegarem ao mercado.

Testes de desempenho

Para conferir o desempenho da placa de vídeo em situações práticas, nós realizamos uma série de testes que você possivelmente faria em seu computador. As configurações de vídeo foram definidas para o nível mais elevado, incluindo filtros, mas o V-Sync foi mantido desativado. Os testes são divididos em duas etapas: jogos e benchmarks sintéticos.

Máquina de testes

  • Sistema: Windows 10 Pro
  • CPU: Intel Core i7-6700K
  • Placa-mãe: GIGABYTE Z170-X Gaming G1
  • Memória: 16 GB RAM Corsair DDR4 2133
  • SSD: Corsair Neutron XT 240 GB
  • HD: 3 TB Seagate ST3000M001
  • Fonte: Corsair RM1000

Jogos

Batman: Arkham Knight

Aproveitando a atualização recém-lançada pela Warner, nós finalmente podemos rodar testes de desempenho com o novo jogo da franquia Batman. O game abusa do poder do chip gráfico, colocando o componente sob grande estresse e testando a máquina com vários filtros e efeitos.

Como você pode conferir acima, a GeForce GTX 970 dá show em desempenho neste game, marcando uma média de 100 frames por segundo. Ela fica 15% abaixo da GTX 980 Classified, mas se mostra muito superior a uma R9 380X.

F1 2015

Com o amadurecimento da série F1, a Codemasters conseguiu polir os gráficos do mais novo título, garantindo bom aproveitamento dos recursos de hardware e entregando visuais estonteantes com o DirectX 11.

O F1 2015, contudo, não representa um grande desafio para a placa de vídeo (ainda mais modelos robustos como a GTX 970). Assim, nós rodamos os testes mais por motivos de curiosidade e para averiguar qual seria o ganho em desempenho. O mais incrível mesmo foi que a GTX 970 Xtreme Gaming empatou com a GTX 980 Classified.

Grand Theft Auto V

Um dos mais famosos jogos da atualidade é também um dos mais exigentes. O GTA V conta com uma quantidade absurda de detalhes que colocam muitas placas de vídeo robustas sob grande estresse. Até mesmo a GTX 980 pode apresentar algumas quedas de desempenho.

O resultado do Grand Theft Auto V foi satisfatório, com a GIGABYTE GTX 970 Xtreme Gaming marcando incríveis 34 frames por segundo. Esse número a coloca lado a lado com uma configuração CrossFireX de R9 380X, mas um pouco abaixo da EVGA GTX 980 Classified.

GRID Autosport

O mais recente título da série GRID não é tão exigente como determinados jogos de corrida, porém ele conta com um benchmark bem longo que permite analisar perfeitamente a capacidade da placa de vídeo.

Nós já sabíamos que até mesmo placas intermediárias davam conta do jogo, mas não esperávamos que a GTX 970 Xtreme Gaming pudesse alcançar uma marca tão elevada. A média foi de 106 frames por segundo, o que dá quase um empate com a GTX 980 Classified.

Hitman Absolution

Apesar de ser um jogo de 2013, Hitman: Absolution ainda serve perfeitamente para verificações com tecnologias mais recentes, já que sua engine abusa do poder de processamento e trabalha com o DirectX 11.

Os resultados são frutos do benchmark próprio do game e são absolutamente apropriados para um comparativo, ainda mais no caso de uma combinação de múltiplas placas, pois assim podemos conferir os ganhos em um jogo que consome muitos recursos. A GTX 970 da GIGABYTE se mostrou competente para rodar o jogo, mas não alcança um resultado absurdo.

Metro Last Light Redux

Metro: Last Light aproveita o poder das GPUs modernas para trazer gráficos excelentes, texturas em alta definição e muita destruição com efeitos especiais incríveis. O game é construído com a engine 4A e também é uma excelente prova de fogo para placas mais robustas.

O benchmark do título já se mostra desafiador até mesmo para placas avançadas (que muitas vezes não alcançam o patamar dos 60 frames por segundo). A GTX 970 Xtreme Gaming se encaixa justamente nesse quadro, com resultados muito bons, mas que ainda não chegam ultrapassam essa marca considerada por muitos como ideal.

Middle Earth: Shadow of Mordor

Um dos jogos de maior sucesso dos últmos tempos é também um ótimo título para teste de poder gráfico. Baseado na série Senhor dos Anéis, conta com uma grande quantidade de elementos em cenário e pode representar um bom desafio em alguns momentos para os processadores gráficos.

Conforme podemos ver nos resultados, a GTX 970 Xtreme Gaming se saiu muito bem no teste, entregando muita performance para aproveitar o jogo em sua qualidade máxima. Vale notar que ela ficou apenas dois frames abaixo da Classified, uma marca realmente impressionante se considerarmos o perfil da placa analisada.

Star Wars Battlefront

Aproveitando a chegada do novo jogo da franquia Star Wars, nós resolvemos fazer alguns testes com placas que já estavam em nosso laboratório para compará-las com a GIGABYTE GTX 970 Xtreme Gaming.

Os resultados próximos aos que obtivemos com uma configuração CrossFireX provam que a placa consegue até mesmo empatar com configurações de múltiplas placas. Ela ficou apenas nove frames abaixo da 980 Classified, o que mostra que seu poder é insano (e isso que só usamos a GTX 970 em configuração padrão).

Benchmarks

Os testes práticos (com jogos) mostraram que a GIGABYTE GTX 970 Xtreme Gaming pode ser muito proveitosa em algumas engines. Mesmo que em alguns casos ela tenha obtido média próxima dos 30 frames por segundo, ela ainda se mostra adequada para todos os games avaliados. Todavia, para comprovar o real poder da placa, nós rodamos benchmarks sintéticos.

3DMark Fire Extreme

Unigine Valley

Unigine Heaven

Temperatura e consumo

Medimos as temperaturas em duas situações: no modo ocioso (quando a placa está em descanso, situações comuns no cotidiano para o uso do sistema) e no modo jogo (quando executamos o 3DMark para chegar ao limite do componente).

As temperaturas apresentadas pela GTX 970 Xtreme Gaming nos deixaram impressionados, o que mostra que o sistema WindForce trabalha de forma excepcional. Em modo ocioso, ela mantém valores muito próximos dos 40 graus, o que é perfeitamente normal. Contudo, no modo jogo, a placa obteve média de 60 graus, valor realmente supreendente!

Para obter os valores de consumo, nós usamos os registros do GPU-Z como referência. O aplicativo é capaz de monitorar as atividades da placa com precisão, montando um registro completo para que possamos conferir a variação no uso da energia.

O consumo da GTX 970 Xtreme Gaming fica entre 78 e 81 watts durante os jogos (o que varia muito de acordo com a GPU Load). Os valores são muito bons se a gente pensar no desempenho alcançado, já que ela consegue resultados similares ou até melhores que placas de mesmo nível, mas mostra performance superior na maioria dos cenários.

Vale a pena?

A GIGABYTE prova novamente que tem o poder de levar o que já era bom a novos limites. A marca já tem modelos baseados na GPU GTX 970 bem estabelecidos no mercado, mas a GTX 970 Xtreme Gaming é impressionante em vários sentidos.

Primeiro, temos a questão do design, que é simplesmente arrasador. O sistema de LEDs embutido que pode ser personalizado no software da GIGABYTE garante a combinação perfeita para qualquer gabinete (afinal, você pode configurar a placa para brilhar na mesma cor do seu conjunto).

Bom, mas o melhor mesmo é o desempenho. Ela rodou os jogos muito bem, alcançando desempenho acima de várias concorrentes e até quase empatando com algumas versões da GTX 980. O mais impressionante é que nós testamos o produto no modo Gaming, o que significa que ainda podemos extrair mais poder ao mudar sua configuração para o Overclocking Mode.

É impressionante constar ainda que esta placa conta com um sistema de refrigeração muito bem projetado. O WindForce parece estar apto para deixar o chip gráfico em temperaturas muito agradáveis, mesmo ao rodar com overclock de fábrica. O consumo da placa também é reduzido e ela quase não faz barulho, o que são pontos muito positivos.

Bom, além de todas as qualidades citadas, a GIGABYTE GTX 970 Xtreme Gaming chega ao Brasil com um preço muito camarada. Nós encontramos o componente por valores próximos aos 2 mil reais, o que é muito interessante se pensarmos nos benefícios obtidos. A GIGABYTE GTX 970 Xtreme Gaming é altamente recomendada, sendo uma das placas que mais nos impressionaram nos testes!